Andre Matos: "Time To Be Free é sobre a liberdade interior"

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Por Emanuel Seagal, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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O Komodorock.com recentemente conversou com ANDRE MATOS. Confira abaixo trechos da entrevista:

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Komodorock.com: Seu álbum solo, "Time To Be Free", em minha opinião, captura a essência da liberdade que todos precisamos para procurar nosso interior. Como você descreveria melhor a razão mais forte deste álbum.

Andre Matos: "Essa é a definição. 'Time To Be Free' é sobre a liberdade interior, o que eu acho bem difícil de alcançar. Os orientais sabem melhor disso do que nós porque às vezes você não se importa com uma situação na qual se encontra e tenta encontrar sua paz dentro de si, sua liberdade principalmente, e nós continuamos vendo pessoas neste engraçado mundo no qual vivemos atualmente onde tudo muda tão rápido. Quero dizer, eu crescí numa época diferente, onde não havia Internet ou celulares e notei como as coisas estão se movendo e também, quantas pessoas estão realmente procurando pela liberdade em outro lugar, é tudo sobre o dinheiro, comprar coisas e acho que às vezes eles esquecem a essência básica da vida. Música ainda está aí e essa é a principal razão pela qual toco música. Música ainda é uma poderosa ferramenta, uma ferramenta para fazer as pessoas acordarem. Essa é a razão principal deste disco, tentar, com as músicas e letras, dar às pessoas novas formas de encarar a vida, se sentirem confortáveis e se sentirem livres internamente".

Komodorock.com: A música é sua liberdade?

Andre Matos: "Música é absolutamente minha liberdade. Não há coisas melhor, quando você está no palco, quando está compondo, quando está gravando, é quando você coloca toda sua alma e eu realmente pretendo entrega-la quando estou fazendo isso".

Komodorock.com: Eu acho interessante que você diz que acha sua liberdade na música e quando está no palco, compondo e gravando porque tantas bandas não têm harmonia ou equilíbrio e parece que isso é quando tudo dá errado e se têm constantes brigas com integrantes.

Andre Matos: "Sim, isso é ruim, estive lá também. Eu passei por algumas separações antes e entendo perfeitamente. Quando não há harmonia entre os membros você basicamente não consegue criar boa música e essa é uma das principais razões pelas quais me separei das minhas bandas anteriores. Talvez o VIPER, minha primeira banda quando eu era adolescente, foi porque eu queria continuar com estudos musicais e não tinha tempo para focar em ambas as coisas e escolhí ir para a universidade, mas com Angra e Shaman foi apenas uma questão de não termos um equilíbrio entre os membros e você não pode fingir que você está criando música. Soa como lixo e quando você toca ao vivo as pessoas percebem, a audiência não é estúpida e eles percebem que há algo acontecendo e então parece que as bandas só estão fazendo isso por dinheiro ou por qualquer razão que seja, mas não é essa a forma que eu vivo ou penso e sempre tento melhorar e ser o mais honesto que posso musicalmente. Eu acho que é por isso que as vezes acabar com uma banda é melhor do que mantê-la em uma situação forçada".

Para ler a entrevista completa (em inglês) acesse este link.

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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