Bret Michaels comenta álbum de covers e Rock Of Love

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Por Wellington Aragão, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Alan Sculley, da "The Morning Call", conduziu uma entrevista com Bret Michaels, frontman do POISON, que falou sobre seu Reality Show, "Rock Of Love", e sua posição em relação ao álbum de covers gravado pela banda, "Poison'd".

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Sobre sua turnê solo atual, que precede uma grande excursão com o POISON:

"Eis aqui tudo sobre o show solo. É muito elétrico, muito excitante. É uma banda completa. Mas o que é legal nisso é o fato de me sentir como um contador de história excitante, energético. Então o que acontece é: eu toco as músicas, mas no meio delas falo um pouco sobre o que estava pensando, o que estava fazendo. Damos a vocês uma produção completa, não despimos a música, oferecemos uma banda completa e uma música completa, e fazemos disto uma festa."

"Minha idéia é mostrar uma versão diferente das músicas do POISON e as pessoas entendem. Fazemos 'Talk Dirty To Me' e quebramos numa batida jungle. Apesar da mudança todo sabem que se trata da canção, obviamente reconhecem que é ela, mas também rola uma suave diferença na maneira de senti-la, o que incita as pessoas, pois ao mesmo tempo que conhecem a música, um grande hit, elas percebem que a canção ainda mantém seu frescor".

Como sua platéia abrange três gerações, incluindo fãs que o descobriram através de algo que não tem relação com o POISON, que foi o Reality Show "Rock Of Love":

"Terminei a primeira temporada, que foi bizarra. Honestamente, foi estranho ter câmeras ao meu redor. Foi desconfortável fazer certas coisas... o que levou a encarar a segunda temporada, além das belas garotas, foi o fato de não mudarem nada. Ninguém disse 'ok, agora Bret, você vai vestir isto, vai tentar isto'. Eles não me disseram quem eu seria, me deixaram ser quem sou. Hoje penso que alguém que me conhece dentro ou fora da indústria musical sabe que me mantenho firme em continuar sendo quem ou o que eu sou".

"A primeira temporada foi uma coisa louca, engraçada e experimental. E as garotas foram demais. Nos divertimos muito, eu tive que ser exatamente o que sou... senti que a segunda temporada teria mulheres belíssimas. Achei que elas seriam loucas porém mais emotivas, e o que fez a segunda temporada mais difícil foi o fato de muitas das garotas saberem como eu sou. Elas sabiam do que eu gostava ou não, de forma que elas sabiam como 'jogar' um pouco mais".

Sobre a possibilidade de uma terceira temporada de "Rock Of Love":

"Não creio que um dia volte a fazer uma terceira temporada fechado numa casa. Não acredito que possa voltar à casa e dizer algo como 'aqui estou'. Não conseguirei achar uma companhia. Sejamos francos: passo cerca de sete meses por ano em um ônibus, talvez mais. Vamos sair e mostrar a estrada, vamos sair e nos divertir, e se rolar alguma coisa legal. Se não rolar, vamos apenas sair e festejar e ver o que acontece".

Sobre ser contra a gravação do álbum de covers "Poison'd":

"Literalmente me rendi à banda. Eles queriam gravar uns covers, eu perdi a votação e convivi com isto. Mas fui homem e fiz o melhor que pude nas performances. Eu disse: 'caras, não entramos nesta para fazer nossa própria música?'. Sem ofensas, eu adoro reinterpretar uma música no álbum, mas não quero gravar discos apenas com covers. Entrei nesta para escrever músicas, e é isto o que faço".

A matéria completa (em inglês) pode ser vista neste link.




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Sobre Wellington Aragão

Graduando em Administração de Empresas. Escuto Rock desde 1997 quando ouvi o Queen pela primeira vez, as músicas "I want it all", "Radio ga ga", "A kind of magic". Bandas favoritas: Metallica, Guns N' Roses, KISS, Iron Maiden, Ozzy, Black Sabbath, Nightwish, Epica, Xandria, After Forever, Within Temptation, Queen, Led Zeppelin, Oasis, The Beatles, A-Ha, Duran Duran, Tears For Fears etc...

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