Vírgula: o primeiro show da vida de alguns rockstars brasileiros
Por Bruce William
Fonte: Vírgula
Postado em 13 de julho de 2015
Para comemorar o Dia Mundial do Rock, o Vírgula Música perguntou para alguns rockstars brasileiros qual foi o primeiro show que assistiram na vida e que, por tabela, mudou definitivamente seus caminhos profissionais, veja a matéria completa no link abaixo e a seguir os relatos de Andreas Kisser, Canisso, Moyses Kolesne e Aquiles Priester.
Andreas Kisser (Sepultura)
"Assisti ao Kiss em 1983, no Estádio do Morumbi. Mudou a minha vida, pois eu já era um fanático. Não era do Kissarmy, mas eu me sentia como um soldier. Poder ver "Creatures of The Night" em um show pirotécnico foi demais. Ainda mais que foi um dos últimos shows deles antes de tirarem as máscaras. Foi o pontapé inicial para que eu seguisse a carreira de músico."
Canisso (Raimundos)
"O primeiro show que eu me lembro foi o do Secos e Molhados em 1973, no ginásio de esportes Presidente Médici, em Brasília. A banda fez tanto sucesso na época que meus pais nos levaram pra ver esse show, num ginásio lotado, eu devia ter uns 7 anos de idade. Mas banda de rock mesmo acho que foi quando o KISS veio ao Brasil pela primeira vez e tocou no Maracanã. Eu viajei pro Rio sozinho de ônibus pra ver esse show".
Moyses Kolesne (Krisiun)
"O meu primeiro show foi da banda de heavy metal de Porto Alegre, Astaroth. O show foi muito bom, eu era muito fã desta banda. Eu tinha 13 anos e quase não me deixaram entrar, mas consegui e agitei o tempo todo. Depois desse show, quis ser guitarrista de uma banda de metal e aqui estou, fazendo hoje o que desejei naquele momento."
Aquiles Priester (About 2 Crash, Noturnall)
"Foi um festival chamado "Rock Foz" quando eu morava em Foz do Iguaçu. Aconteceu logo depois do "Rock in Rio" de 1985 e o rock nacional estava em alta. Vi ao vivo o Lobão, Sempre Livre, Magazine, Vinicius Cantuária, etc. Eu tinha quatorze anos e era mega quebrado de grana. Para assistir ao festival tive que entrar pelo meio da mata do Parque Nacional do Iguaçu, atravessar o rio e tudo mais, mas valeu a pena. Eu não tinha como pagar pela entrada. Foi ali que eu tive certeza do que queria fazer pelo resto da minha vida."
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