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End Of Green reverencia seu passado e respeitosamente o supera em "Twinfinity"

Resenha - Twinfinity - End Of Green

Por
Postado em 02 de julho de 2025

Nota: 8 starstarstarstarstarstarstarstar

Bandas regravarem discos ou mesmo fazerem excursões tocando na íntegra algum álbum considerado clássico já não é mais novidade e tem se tornado algo bem comum, na verdade. O End Of Green é mais um que entrou para essa lista após o lançamento de "Twinfinity" (2025).

Lá em 1996 o grupo alemão estreava com "Infinity", um disco cheio de melancolia e com influências de stoner, grunge, gótico e rock alternativo. A banda chegou a se denominar depressed subcore, mas o rótulo não pegou. A sonoridade do álbum era crua, rústica mesmo (a banda nem costumava afinar seus instrumentos, disse o vocalista Michelle em uma entrevista). O que chegava aos nossos ouvidos era um som diferente, melancólico, uma mescla de Type O Negative com Soundgarden.

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Oito discos depois e avançamos para 2025 quando o End Of Green resolve revistar seu passado lançando "Twinfinity" (2025), CD duplo que contém o original "Infinity" (1996) e sua regravação na íntegra (daí o "Twin" do título, uma brincadeira com a palavra "gêmeo").

"Twinfinity" (2025) não é um "copia e cola" de "Infinity" (1996). As estruturas das músicas foram mantidas, mas foram dadas melhorias sutis aqui e ali. "Eu queria ficar próximo ao sentimento da gravação original e trazê-la cuidadosamente para o presente. Com um som melhor e, espero, uma banda melhor. Essas velhas músicas ainda são muito queridas para mim e eu queria gravá-las da maneira como sempre deveriam soar. É uma homenagem aos nossos primórdios.", disse o vocalista Michelle "Darkness".

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Muita coisa mudou desde 1996: os músicos se tornaram melhores em seus instrumentos, as técnicas de gravação evoluíram, os sentimentos sobre as músicas se transformaram. O melhor exemplo de tudo isso são as interpretações de Michelle hoje em cada faixa: sua voz está mais equilibrada, dosando mais os tons e com entonações diferentes conforme cada momento pede. Esse soube envelhecer bem.

E vamos ser honestos: a regravação fez muito bem as faixas originais. As músicas soam mais vivas, há efeitos que valorizam as ideias originais e a produção supera com folga a do passado. "Infinity", por exemplo, ganhou uma versão estendida de quase três minutos que a deixou perfeita.

"Twinfinity" (2025) é um trabalho que reverenciou seu passado e respeitosamente o superou. O formato duplo foi uma boa sacada da banda/gravadora, pois, além de ser uma forma de poder comparar os discos, é uma oportunidade de os fãs adquirirem o disco original já fora de catálogo há uns bons anos

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Lançado no formato digipack duplo, "Twinfinity" (2025) chega ao Brasil pela parceria Shinigami Records com a Reaper Entertainment. Inclui encarte do tipo pôster (47 x 24 cm) com as letras, a capa original e no verso uma foto ampliada atual dos integrantes.

Formação:
Michelle "Darkness": vocais, guitarra
Michael "Sad Sir" Setzer: guitarra
Oliver "Kerker" Merkle: guitarra
Andreas "Hundi" Hund: baixo
Mathias "Lusiffer" Siffermann: bateria

Faixas:

+ CD 1 "Twinfinity" (2025, re-recorded)

01 Left My Way
02 Away
03 Seasons Of Black
04 Infinity
05 Tomorrow Not Today
06 Sleep
07 You
08 Nice Day To Die
09 No More Pleasure

+ CD 2 "Infinity" (1996)

01 Left My Way
02 Away
03 Seasons Of Black
04 Infinity
05 Tomorrow Not Today
06 Sleep
07 You
08 Nice Day To Die
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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias. Autor dos livros "Distorções do Submundo: Dissecando álbuns matadores do underground brasileiro" vol. 1 (2023) e vol. 2 (2024), lançados pela Editora Denfire.
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