D.A.D.: volta às suas raízes em novo trabalho
Resenha - A Prayer for the Loud - D.A.D.
Por Anderson Pulegio
Postado em 12 de julho de 2019
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Eu ainda me lembro quando ouvi pela primeira vez estes dinamarqueses do D.A.D, quando ainda se chamavam Disneyland After Dark e lançaram os dois primeiros álbuns "Call of the Wild" e "Draws a Circle", onde o som desta banda era muito difícil de rotular, pois o som era uma espécie de "cowpunk", quase nada de Hard rock, talvez apenas em uma ou outra faixa, mas era e ainda é difícil de definir o estilo da banda naqueles tempos. Depois veio o álbum "No Fuel Left for the Pilgrims" onde a banda foi para o lado mais Hard rock, mas ainda preservando alguns elementos de outrora, e também assim fizeram no seguinte álbum "Riskin' It All".
A banda lançou vários álbuns desde então, inclusive um mais pesado "Helpyourselfish" e outros onde a banda sempre mostrou uma personalidade própria, não comparável a nenhuma banda por aí.
A banda é gigante na Dinamarca, mas pouca conhecida no Brasil infelizmente, bom, felizmente eu conheço essa banda a um bom tempo e escrevendo este review, espero ver mais pessoas conferindo o som do D.A.D.
Neste novo álbum a banda está soando muito energética, lembrando mais "No Fuel Left for the Pilgrims" e "Riskin' It All", com faixas com sonoridade bem rock n' roll, sleaze, muito bem produzido, como uma espécie de Motorhead , AC/DC, Aerosmith, mas com o toque especial do estilo D.A.D. dos primórdios que já mencionei ser difícil de rotular, as faixas "Burning Star" e "Nothing Ever Changes" mostram bem isso.
Uma sonoridade mais suja, mas ao mesmo tempo acessível pode ser ouvida na "The Real Me". Temos a boa balada "A Drug for the Heart", outros destaques são as "Time is a Train" e "Happy Days in Hell", esta última uma das minhas favoritas.
Estou feliz em ver que a banda voltou a suas raízes neste novo trabalho, eles são músicos realmente talentosos, a banda não tem um som para qualquer um, mas quanto mais você ouve, mais você consegue absorver a música do D.A.D. mais ela cresce em você.
Fonte:
https://ontheroadmetal.blogspot.com/ -
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
O melhor baterista de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Banda venezuelana Van Der Dijs perde todos os integrantes em terremoto
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
Quem era o gênio do Black Sabbath, de acordo com o baixista Geezer Butler
Em clima de Copa do Mundo, Angra lança videoclipe da releitura de "Pra Frente Brasil"
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
O álbum pesado de 1971 que Billy Corgan perseguiu a vida inteira
O hit de 1969 que Robert Plant e Roger Waters concordam ser o mais poético de todos
A banda que Lars Ulrich do Metallica adorava: "Ele caiu de joelhos e me abraçou"
O guitarrista que se sentiu ofendido ao ser convidado para entrar no Deep Purple
Jimmy Page renega o álbum apontado como seu favorito do Led Zeppelin
A esquecida banda de rock que misturou rock com maracatu antes da Nação Zumbi
Mustaine recebeu mensagens de Hetfield, Ozzy e Paul Stanley quando anunciou câncer
7 imagens incríveis criadas por inteligência artificial a partir de letras de clássicos do metal


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



