Jack Slamer: mais uma pérola do moderno hard rock setentista
Resenha - Jack Slamer - Jack Slamer
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collectors Room
Postado em 02 de julho de 2019
O Jack Slamer é uma banda suíça formada em 2006 e que lançou em 2019 o seu terceiro disco – batizado apenas com o nome do grupo, o trabalho completa uma discografia que conta ainda com "Noise Form the Neighbourhood" (2012) e "Jack Slamer" (2016). A sonoridade do quinteto formado por Florian Ganz (vocal), Cyrill Vollenweider (guitarra), Marco Hostettler (guitarra), Hendrik Ruhwinkel (baixo) e Adrian Böckli (bateria) é um hard rock com forte pegada dos anos 1970, influenciado por nomes como Led Zeppelin, Deep Purple e outros ícones.
O novo álbum do grupo foi lançado no Brasil pela Shinigami Records e é uma boa opção para quem curte bandas na linha do Rival Sons, por exemplo. Mesmo com uma sonoridade não tão elaborada quanto o quarteto californiano, o Jack Slamer certamente possui qualidade para cair no gosto de quem adora esse revival do hard rock clássico que temos ouvido nos últimos anos.
O disco vem com doze músicas em 53 minutos. Todas contam com bons riffs, enquanto a voz de Florian é similar a de Joakim Nilsson, do Graveyard (outra pérola do "moderno hard rock dos anos 1970"), porém sem a rouquidão suja do vocalista e guitarrista sueco. A banda também equilibra referências mais atuais ao lado das clássicas, e elas são perceptíveis na identificação de ecos do já citado Graveyard e de outros grupos que apostam nessa proposta revisionista aliada à uma abordagem mais direta e até mesmo mais crua.
O fato é que o Jack Slamer possui boas composições, e isso faz toda a diferença. A cativante "Entire Force" é um dos pontos altos, assim como o blues psicodélico apresentado em "The Truth is Not a Headline". Há uma alternância entre momentos calmos e explosões sonoras, como bem demonstra a dobradinha "Red Clouds" e "Biggest Mane". Isso sem falar de uma pérola como "Secret Land", que dá saudades dos álbuns iniciais e extremamente viajantes do Siena Root.
Parabéns a Shinigami Records por lançar no Brasil um disco como esse terceiro trabalho do Jack Slamer. Trata-se de uma banda que está ganhando projeção agora lá fora, e que chega nesse mesmo momento por aqui. A edição em CD é muito bem feita, com o cuidado que a gravadora tem demonstrado em seus lançamentos, cada vez mais focados nos colecionadores e na parcela do público que busca itens diferenciados e não abre mão da mídia física.
Se você curte hard rock com sabor setentista, vá atrás porque vale a pena.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Prefeito de SP quer trazer U2, Rolling Stones ou Foo Fighters para show gratuito
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Dream Theater faz o seu primeiro show em 2026; confira setlist
Saxon finaliza novo álbum e Biff Byford fala sobre luta contra o câncer
Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Segundo Dave Mustaine, novo disco fez algumas pessoas se reaproximarem do Megadeth
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
Os três guitarristas brasileiros que John Petrucci do Dream Theater gosta bastante
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
A música que Ozzy gravou como piada e ficou apavorado que fosse lançada
AC/DC: como Angus responde a um copo de cerveja atirado?
A época que Kiko Zambianchi viveu numa casa com sete mulheres e conquistou três delas


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



