To/Die/For: Cvlt é o álbum mais simples da discografia
Resenha - Cvlt - To/Die/For
Por Marcondes Pereira
Postado em 02 de abril de 2018
Nota: 7 ![]()
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Alguns anos depois do excelente "Samsara" (2011), o To/Die/For lança "Cvlt" (2015) (lê-se Cult) que é o álbum mais simples da sua discografia.
O teor simples do álbum é sinônimo de estabilidade, uma vez que a sonoridade de "Cvlt" remete bastante ao que os finlandeses já fizeram em outros álbuns como "All Eternity" (1999) e "Epilogue" (2001)
Os episódios de inovação presentes em "Samsara" não ocorrem aqui e as músicas são estruturadas nos mesmos elementos de outros momentos da sua discografia: Peso, bonitas melodias de guitarra, teclado/piano e os vocais que vão do tristonho ao raivoso com competência facilmente audível. (Apesar de que aqui, as vozes estão menos intensas do que em outros álbuns)
A breve tristeza poética de "Mere Dream" e a animada, grudenta e com nuances eletrônicas "The Unknown III" são demonstrações eficazes da simplicidade usada pela banda nos arranjos e na execução do álbum.
"Cvlt" é um álbum mediano e bem executado que deve agradar aos fãs de sonoridades mais melancólicas e diretas
To/Die/For - Cvlt
2015/ Massacre Records
Faixas:
1) In Black
2) Screaming Birds
3) Unknown III
4) Mere Dream
5) You
6) Straight Up (Cover Paula Abdul)
7) Let It Bleed
8) End Of Tears
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