The Arson Project: A excelência sueca em fazer barulho

Resenha - Disgust - Arson Project

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Por Mário Pescada
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Ainda garimpando os discos que saíram em 2017 e que não tive tempo de ouvir durante o ano, acabei encontrando essa bomba sonora: "Disgust", o primeiro full-length dos suecos do THE ARSON PROJECT.

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A banda lançou uma demo (2005), depois um EP (2008) e então um split (2010), mas somente ano passado soltaram essa bomba manipulada entre agosto de 2014 e maio de 2016.

São 11 explosões em meros 23 minutos. Todas as faixas são bem niveladas, não tem como destacar essa ou aquela. A gravação também é um ponto alto, com Oscar massacrando sua bateria com muitos blast beats e rápidas variações, enquanto o baixo de William, bem marcadão, ajuda a manter o estrondo sonoro.

"Disgust" é um disco extremo, feito para ouvidos já acostumados - mesmo assim, ainda impressiona pela sua brutalidade. Irá agradar em cheio fãs de punk/hardcore/grindcore, mas fãs de metal que preferem o lado mais extremo do estilo, devem dar uma conferida no disco (façam esse favor a vocês, eu garanto).

THE ARSON PROJECT é o mais novo membro do "Clube Sueco de Excelência em Barulho", ao lado de tantas excelentes bandas desse país que fazem a alegria de quem curte barulho de boa qualidade.

Formação:
Oscar Lindbergh - bateria
Elis Edin Markskog - guitarra
Niklas Larson - vocais
William Blom - baixo

Faixas:
01 Blood On The Shovel (introdução)
02 Buried In Concrete
03 Raped Minds
04 Nuclear Fallout
05 Nothing
06 From The Pits
07 Downward Spiral
08 To The Gallows
09 Hail Armageddon
10 Forgotten Graves
11 Degeneration




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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias.

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