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Yes: "Yesyears" é chapa branca, mas diverte

Resenha - Yesyears - Yes

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Postado em 22 de julho de 2017

Em 1991, o Yes já era uma banda "velha". Na verdade, já o eram desde o fatídico 1977, mas, em 91 eram realmente quarentões. E pensar que em 2011, os então sessentões lançaram álbum novo (link para resenha ao final desta matéria) e que um de seus fundadores não mais está entre nós. Descanse em paz, Chris Squite.

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É, um dos grupos progressivos mais queridos/odiados e influentes; os ingleses estão mesmo há muito tempo na estrada e têm muita história para contar. Por isso, vale bastante o documentário Yes Years, que traça a história do conjunto desde seus primórdios sessentistas até o lançamento de Union de 1991, ano desse rockumentary.

Sem narrador, a trajetória do Yes é traçada a partir de entrevistas com quase todos os membros e ex-integrantes. História complicada, porque desavenças e egos inchados ocasionaram saídas, voltas e trocas na formação. Figuras públicas, os músicos são bastante diplomáticos e mantém uma "versão para a imprensa", cheia de clichês como "diferenças criativas", "cansaço", "crescimento em outras direções" etc. Esses programas podem ser meio frustrantes, porque requerem extensa leitura de entrelinhas.

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Rick Wakeman fala mais abertamente mal do experimental, megalomaníaco e chato Tales From Topographic Oceans (1974); Bill Bruford chama Robert Fripp, do King Crimson, de pretensioso, complementando com um "Deus o abençoe"; Jon Anderson finge arrepender-se de haver levado a banda a fazer algo que ninguém realmente tinha vontade e até admite o apelido de Napoleão (baixinho e mandão). Mas, na maior parte das mais de duas horas, temos a versão pública dos fatos.

Entretanto, é precioso aprender sobre o processo de composição de obras-primas como Close to the Edge (1972) e se tocar que a canção Yours is No Disgrace tem influência do tema do seriado Bonanza! Bobagem que fã adora. Recheado com trechos de shows e vídeos, que vão desde os anos 60 até os ensaios para Union, Yes Years é um diamante nesse quesito.

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Não há quase informação – e nada de imagens – sobre o álbum de estreia. A ênfase é nos anos prog e na fase oitentista, mais para rock de arena, quando o Yes alcançou público inédito em termos de vendas e gritaria feminina em shows (mérito do guitarrista Trevor Rabin, como brinca seriamente Jon Anderson).

A história vai até o álbum Big Generator (1987). O imbróglio subsequente é estrategicamente deixado de lado. Nada sobre a batalha judicial entre Chris Squire (detentor da "marca" Yes) e Jon Anderson, Bill Bruford, Rick Wakeman e Steve Howe, que obrigou esses quatro a gravarem e excursionarem em um grupo cujo nome consistia em seus famosos sobrenomes. Union resultou, em parte, de pressão da gravadora, mas é apresentado como reunião quase espontânea de membros e ex-integrantes (Peter Banks ficou de fora).

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Yesyears é um produto da própria banda, por isso, seria ingênuo esperar revelações bombásticas dos podres internos. A história está lá, como eles escolheram divulgar. As idas e vindas estão lá; a discussão se a história é "verdadeira" ou "falsa", deixo para historiadores. Edulcorada ela é!

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Sobre Roberto Rillo Bíscaro

Roberto Rillo Bíscaro é professor universitário e edita o Blog do Albino Incoerente desde 2009.
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