Infector Cell: Thrash/Death Metal em que a velocidade é essencial
Resenha - Cultura Suicida - Infector Cell
Por Pierre Cortes
Postado em 20 de junho de 2017
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O universo da música pesada tem nos presenteado com certa constância com o surgimento de bandas que, cada vez mais, fazem um som intenso, vigoroso e brutal, engrossando assim as fileiras dos bons grupos do underground nacional e gringo também. O INFECTOR CELL, banda oriunda de Cotia – SP, se enquadra perfeitamente nessa realidade.
O quarteto foi formado em 2006 e executa um Thrash/Death Metal em que a velocidade dos riffs e da bateria são pontos essenciais. Obviamente, o vocal furioso e o baixo forte e pesado completam o tom e fazem com que o grupo se destaque no cenário.
Em 2008 lançam a demo intitulada "Welcome to Brutal Reality" e anos depois sai "Frontal Attack", o primeiro EP. Em 2017, através da parceria entre diversos selos, aparecem com "Cultura Suicida", o primeiro Full-length. É uma estreia de peso, uma avalanche sonora literalmente falando, pois os meninos mandam bem demais e enviam o recado sem dó nem piedade.
O ouvinte irá se deparar com um total de 10 composições cheias de rapidez e fúria, num total de praticamente 32 minutos de um Thrash/Death Metal com muita qualidade, inclusive quanto ao item produção do álbum.
Destaques da obra: "Minds Slaving Minds", a melhor do trabalho, é pesadona, veloz e traduz perfeitamente o estilo que executam; "Gritos de Agonia" tem uma introdução que me fez lembrar alguma coisa do SLAYER, porém com identidade própria; "Auto Sentença de Destruição" tem um solo fantástico e que se destaca no conjunto da obra.
O álbum termina com aquela sensação de que a banda fez o dever de casa muito bem e dá uma vontade imensa de colocar o CD para rodar de novo. Não tenho dúvida alguma de que, o que pode ser lançado daqui para frente, será ainda mais poderoso. Enquanto isso não acontece, os amantes do gênero poderão se divertir com "Cultura Suicida". Ouçam sem qualquer tipo de moderação.
Banda: Infector Cell
País de Origem: Brasil
Título do álbum: Cultura Suicida
Ano: 2017
Estilo: Thrash/Death Metal
Gravadora: Independente
Line-up:
Allan Pereira –Vocal
Fagner Oliveira – Guitarra
Fernando Santos – Bateria
Auro Camargo – Baixo
Faixas:
1. Minds Slaving Minds
2. Reino do Caos
3. Gritos de Agonia
4. Progresso e Evolução Igual a Caos e Destruição
5. Enganos Voluntários
6. Way of Destruction
7. Por Trás das Aparências
8. Corrupção Passiva
9. Auto Sentença de Destruição
10. Cultura Suicida
Site:
http://www.infectorcell.com.br/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Rainbow que Ritchie Blackmore chama de "a definitiva" da banda
A melhor música de cada álbum do Iron Maiden, segundo ranking feito pela Loudwire
"I Don't Care", do Megadeth, fala sobre alguém que Dave Mustaine admite ter implicância
Uma cantora brasileira no Arch Enemy? Post enigmático levanta indícios...
"Não tenho mágoa nenhuma": Luis Mariutti abre jogo sobre Ricardo Confessori e surpreende
Twisted Sister fora do Bangers Open Air 2026; novo headliner será anunciado nesta sexta-feira
Summer Breeze anuncia mais 33 atrações para a edição 2026
Jão sofre fratura exposta em dedo da mão e se afasta das atividades do Ratos de Porão
Quem pode ser a nova vocalista do Arch Enemy no Bangers Open Air?
Arch Enemy é anunciado como atração do Bangers Open Air
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
5 álbuns que marcaram Cláudio David, do Overdose, incluindo a "bíblia do thrash metal"
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
Silverchair: a história por trás da capa de Freak Show
O dia que Ritchie Blackmore chamou a atenção para a incompetência de Ian Gillan


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias



