Overkill: Assumindo o comando!
Resenha - Taking Over - OverKill
Por Vitor Sobreira
Postado em 02 de junho de 2017
Nota: 8 ![]()
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Por mais que uma banda queira fazer sucesso, e levar sua música a todas as partes do mundo, é de se supor, que seus integrantes nunca imaginam que isso realmente possa acontecer um dia. Atualmente, isso está cada vez mais difícil devido às inúmeras bandas existentes, além da extrema facilidade obtida pelo acesso mundial a Internet. No entanto, isolemos aqui, um único exemplo: a banda estadunidense OverKill, e toda a sua trajetória pelo mundo do Metal, que a cada disco lançado, apenas confirmou a sua sina de ser um dos grupos, de maior prestígio (no ‘underground’).
Aclamado por muitos, como um dos álbuns clássicos do estilo, o segundo registro do grupo, ‘Taking Over’, foi lançado em março de 1987, pela gravadora Megaforce Records, com nove composições e uma arte de capa ousada, exibindo os músicos armados, prontos para o ataque sonoro com seu Thrash Metal embebido em Heavy puro.
Músicas velozes e agressivas, recheadas com riffs de guitarra cortantes, linhas de baixo generosas, bateria poderosa e um vocal agudo-agressivo, são as qualidade que o ouvinte desfrutará ao longo dessa audição. Acrescentaria também, qualidade, variedade e honestidade, já que as composições falam por si próprias, em trinta anos de história. Como curiosidade, o álbum atingiu a posição #191, no ‘chart’ Billboard 200.
‘Deny the Cross’ e ‘Wrecking Crew’, dão a tônica ao trabalho, apostando na velocidade e agressividade, nos inserindo rapidamente na atmosfera de energia de ‘Taking Over’, com um convite a bater cabeça. Se ‘Fear His Name’, investe na quebra de ritmo, além de ser uma das três faixas mais longas do ‘play’. Retornando ao clima direto ‘Use Your Head’ abre alas para a extensa ‘Fatal If Swallowed’ – que após uma introdução de mais de 1 minuto, surpreende os desatentos com sua velocidade possante, e que ao longo dos minutos, transita por mudanças de tempo, mas deságua novamente em fúria, até o final.
É fácil de perceber, que em momento algum a banda deixou a "peteca cair", em um intrincado "início, meio e fim", já que "Powersurge", "In Union We Stand" (que ganhou um vídeo clipe), a porrada "Electro-Violence" (título mais do que sugestivo!!) e o trabalhado e diversificado encerramento com "OverKill II (The Violence Continues)", nos levam sorrateiramente ao fim de uma audição marcante, que passa em um piscar de olhos.
Dos quatro membros que registraram este disco, apenas dois continuam até hoje: Bobby ‘Blitz’ e D.D. Verni, levando a bandeira do Metal, com muita garra, luta, adversidades e conquistas.
A história do grupo – obviamente – não para por aqui… Mas, não deixe de conferir este disco!
Formação:
Bobby "Blitz" Ellsworth (vocal);
Bobby Gustafson (guitarra);
D.D. Verni (baixo);
Rat Skates (bateria)
Faixas:
01. Deny the Cross
02. Wrecking Crew
03. Fear His Name
04. Use Your Head
05. Fatal If Swallowed
06. Powersurge
07. In Union We Stand
08. Electro-Violence
09. Overkill II (The Violence Continues).
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