Ex Machina: 18 anos de muito Metal Hardcore sujo e agressivo
Resenha - Eighteen Years Dying - Ex Machina
Por Claudia Mayrink
Postado em 20 de março de 2017
Da dramaturgia grega, algo ou alguém que surge de súbito, inesperadamente, causando grande impacto e espanto, alterando a estória após sua aparição: eis o som da Ex Machina.
Formada em novembro de 1998, a .Ex Machina. tem uma trajetória ininterrupta de lançamentos e shows por Belo Horizonte e interior de Minas, dividindo o palco com bandas como WhitchHammer, Drowned, Havok, Ratos De Porão, Cauldron, Metalmorphose, Imperious Malevolence, Anthares, Nervo Chaos, Salário Mínimo, Certo Porcos!, Pathologic Noise, Rebaelliun dentre muitas outras do underground nacional e internacional.
No repertório, músicas próprias em inglês e português influenciadas pelo metal extremo, sludge metal e o true hardcore de bandas como Sepultura, Kreator, Obituary, Crowbar, Brujeria e Ratos De Porão.
Em seu mais novo lançamento "Eigtheen Years Dying", a banda apresenta 9 músicas compostas em todas as fases e formações. Músicas como "Obrigado Por Nada", "Pelego" e "Caos" ainda contam com as ilustres participações de Rodrigo Führer (Holocausto, Certo Porcos!), Tom Leandro (Sarcasmo), Ricardo Neves (Mutilator) e Sasha Garcia (Protocosmos)
A banda consegue passar toda a sua intensidade e energia para as músicas nesse disco, mostrando suas fortes influências do underground e fica claro que os muitos anos de estrada só fizeram bem, mantendo um som rápido e pesado, com temas polêmicos em suas letras.
Na faixa "Caos", a visão da banda diante da realidade é traduzida através do baixo pesado de Leônidas Valadares e de sua letra crítica, em toda sua revolta contra o sistema opressor.
Gustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Em "Obridado por nada", a voz potente de Rodrigo Führer (Holocausto), os riffs elaborados de Tom Leandro (Sarcasmo) e a bateria destruidora de Thiago Alves (Ex Machina), fica evidente a proposta da banda em manter seu estilo agressivo.
Sem dúvida uma obra-prima da melhor fase de uma das bandas mineiras que reverencia o bom e velho metal underground!
- Megalomania
- Obrigado por nada
- Charles Bronson (desejo de matar 666)
- Trauma
- Pigs
- Caos
- Desire
- Pelego
- United Against Ourselves
Leônidas Valadares – Baixo e vocal
Wilson – guitarra
Thiago Alves - Bateria
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