Aversions Crown: O terceiro álbum, primeiro com Mark Poida
Resenha - Xenocide - Aversions Crown
Por Humberto Bruno Silva
Postado em 01 de março de 2017
Nota: 9 ![]()
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Após a saída do vocalista Colin Jeffs em 2015, Mark Poida assumiu o vocal, trazendo mais brutalidade para banda.E já em seu primeiro álbum com a banda, Poida mostrou o quanto pode acrescentar nas composições.E como sempre, falando sobre alienígenas. Dessa vez com um álbum conceitual muito interessante.
O álbum começa com ''Void'', uma faixa instrumental que precede a brutalidade que vem a frente.
A faixa ''Prismatic Abyss'' começa mostrando a avassaladora bateria de Jayden Mason, e introduz a historia. Essa faixa fala sobre a concepção de algum tipo de deus alienígena através de um ritual.E possui um clipe, que mostra esse ritual. A letra é feita do ponto de vista do ''deus''.
Em ''The Soulless Acolyte'', temos mais uma música muito pesada.Nessa faixa, o deus toma uma forma reptiliana, se tornando parte da realidade com forma física.Ele também critica a humanidade por destruir todo tipo de vida diferente e libera seus demônios através de uma abertura temporal para esterilizar o planeta dos humanos
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Na faixa ''Hybridization'', a banda continua com o ótimo trabalho brutal.Aqui o deus de forma reptiliana abre um portal no tempo, dando uma nova forma a todo o universo.Ele mistura o DNA humano com o DNA reptiliano, criando uma nova especie que se chama Aeons.
Em ''Erebus'' temos um dos momentos mais marcantes do álbum, um refrão acompanhado de uma melodia que da a sensação de estar vendo toda a destruição causada.Nessa faixa Nexus, persegue Erebus, um dos Aeons que representa a escuridão.Por possuir dentro de si o ódio Nexus o ameaça.Então Nexus aprisiona Erebus em um tipo de vazio sem forma com seus irmãos Aeons e os faz abandonar a forma física.
Na faixa ''Ophiophagy'', temos uma parte que se destaca muito, onde por um pequeno trecho a brutalidade para e temos grandes frases com a letra bem complexa bem no estilo ficção cientifica. Aqui Erebus decide libertar ele e seus irmãos através de vórtice entre dois mundos.Pra isso foi necessário ele liberar o ódio de si.Porém, eles acabam se tornando mortais.
A sétima faixa ''The Oracles of Existence'' é um pouco menos rápida mas continua pesada.Nessa faixa Erebus e seus irmãos atacam planetas com pragas para massacrar as populações. Eles se chamam de oráculos da existência e tentam restaurar o equilíbrio.
Em ''Cynical Entity'' temos uma das faixas mais complexas e difíceis de se entender. Nessa faixa Erebus ouve uma voz vindo de uma fenda temporal e tremendo ele observa essa forma se levantando, e em suas mãos ela possui as cabeças de seus irmãos. Essa forma seria o ódio encarnado de Erebus, que volta até ele com intenções devastadoras e se torna uma Entidade Cínica.
A nona fixa '' Stillborn Existence"" a humanidade e trazida de volta a vida. E Erebus é chamado por seus irmãos para se tornar um com eles. Erebus pede para Nexus salvar o mundo mas é ignorado. Erebus cede e acaba morrendo, ficando junto de seus irmãos.
A décima faixa '' Cycles of Haruspex'' começa com um riff cadênciado que segue pela maior parte da música. E temos um refrão,que segue com uma melodia na guitarra.Aqui, Erebus rasteja em um tipo de inferno estando impotente.
Em ''Misery'' temos mais uma vez um refrão acompanhado de uma melodia que da a sensação de estar ouvindo música feita por alienígenas.Aqui Erebus se torna Haruspex, uma especie de besta das profundezas que se alimenta das aflições do homem, e dessa forma ele pode voltar a vida.
Chegamos então na última música,''Odium''.Aqui, Erebus na forma de Haruspex causa um grande apocalipse fazendo a humanidade cometer canibalismo, arrasando continentes e abrindo fissuras vulcânicas.
Então, o Aversions Crown chega ao seu terceiro álbum, o primeiro com Mark Poida. Brutal e veloz, mostrando toda a evolução musical da banda desde de Tyrant(2014). Contando com uma ótima historia de ficção cientifica, Xenocide pode se tornar um dos álbuns mais importantes do gênero.
É importante ser dito que isto é a minha interpretação pessoal da obra, pois as letras são muito complexas e permitem diferentes formas de serem vistas.
01. Void
02. Prismatic Abyss
03. The Soulless Acolyte
04. Hybridization
05. Erebus
06. Ophiophagy
07. The Oracles Of Existence
08. Cynical Entity
09. Stillborn Existence
10. Cycles of Haruspex
11. Misery
12. Odium
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