Sodomizer: A banda chega a uma de suas melhores fases
Resenha - Confessioni Di Un Cannibale - Sodomizer
Por Leonardo M. Brauna
Postado em 20 de fevereiro de 2016
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E o Sodomizer chega a uma de suas melhores fases. Seu último álbum "Jesus Is Not Here Today" (2011) foi muito bem recebido e elogiado pela crítica especializada, e também apontava para algumas mudanças em seu direcionamento, que culminaram em "Confessioni Di Un Cannibale". Aquela energia brutal que arregaça com muito ‘speed’, encontrada em "Tales Of The Reaper" (2004) e em "The Dead Shall Rise To Kill" (2007), permeia ainda com proporções largas por canções como "Frankenstein’s Army" que contém riffs eletrizantes e performances vocais muito boas.
Os solos de guitarra que sempre chamaram atenção desde o primeiro ‘full length’, aqui alcançam níveis de evolução que beiram o brilhantismo –, é o que observamos em "Seasons Of The Carnage", "Sluts Lobotomized (Diary Of A Rapist)" e na instrumental meio ‘stoner’ "Tetrodotoxina". A seguinte, "It’s Brekfast Time" é um "furacão" com levadas que nos remete a nomes como Motörhead e Venom, duas das referências desse quarteto formado por Leatherface (baixo, vocal), Warlock (guitarra, vocal), Toxic Cannibal (guitarra) e Guilherme Inicitatus (bateria).
Como a banda costuma usar efeitos sonoros nas músicas, isso acaba por se tornar uma marca para seus temas de horror. Execuções como "Porn Punk", "Nekromantik", "Brain Eater’s e "Mangue Negro" (cantada em português) justificam os recursos extras adicionados à produção. São trilhas de suspense, atos sexuais e de tortura, tudo adornando os mais perversos e pervertidos títulos.
A arte em preto e branco, é outro sinônimo na banda que dá continuidade às suas capas sempre nessas duas cores. O CD vem em embalagem ‘digipack’ com livreto ilustrativo contendo todas as letras e informações básicas. A produção é a "cereja do bolo" nessa obra –, de longe, a mais perfeita já alcançada. Eis aqui o primeiro grande lançamento nacional, na opinião deste humilde redator.
Sodomizer: Confessioni Di Un Cannibale
Dying Music (2016)
Contato:
https://www.facebook.com/officialsodomizer/?fref=ts
Track List:
Seasons Of The Carnage;
Frankenstein’s Army;
Sluts Lobotomized (Diary Of A Rapist);
Nekromantik;
Tetrodotoxina;
It’s Brekfast Time;
Porn Punk;
Mutation;
The Thing;
Brain Eater’s;
Mangue Negro;
Dybbuk;
Repugnant Forever.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
A música "fundamental" que mostrou ao Metallica que a simplicidade funciona
A banda portuguesa com o melhor álbum de 2026 até agora, segundo Milton Mendonça
Anika Nilles conta como se adaptou ao estilo de Neil Peart no Rush
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
Dave Mustaine afirma que setlists dos shows do Megadeth são decididos em equipe
Led Zeppelin: as 20 melhores músicas da banda em um ranking autoral comentado
Andreas Kisser fala sobre planos para o pós-Sepultura e novo EP
"Caught In A Mosh: A Era De Ouro Do Thrash" continua a trilogia do thrash metal em alto nível
As três bandas de prog que mudaram para sobreviver ao punk, segundo o Ultimate Guitar
O músico que, sozinho, valia por uma banda inteira e deixou Dave Grohl boquiaberto
As músicas "melancólicas" e "épicas" que inspiraram "Fade to Black", do Metallica
Roland Grapow traz ao Brasil show celebrando 30 anos de clássico do Helloween
Dream Theater inicia tour latino-americana com show no México; confira setlist
Os artistas que passaram toda carreira sem fazer um único show, segundo Regis Tadeu
O nojento hábito de Slash durante antigas gravações do Guns N' Roses
Quando a Rainha Elizabeth conversou sobre Heavy Metal com Rob Halford
O verdadeiro "serial killer" das grandes bandas, nas palavras de Robert Plant

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



