Black Sabbath: Uma espiral que eleva a genialidade ao supremo
Resenha - Sabbath Bloody Sabbath - Black Sabbath
Por Richely Campos
Postado em 15 de fevereiro de 2016
Os professores são a essência do conhecimento, os mentores da experiência de vida, da hermenêutica, da simbiose, são os construtores de disciplina, organização, caráter, um visionário. Francis Bacon dizia "a sabedoria do homem está oculta em seu conhecimento". O que leva às pessoas a aquisição da sabedoria tanto do comportamento e do conhecimento é adquirido em uma sala de aula.
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Nesta resenha apresento quatro professores que irão explanar a verdade de um trabalho concluído com muito esforço, autenticidade, sem cópias monográficas, altamente expressionista, tendências a arte barroca, a música clássica, a literatura, a aquisição de novos conceitos. A obra que define esses professores por completo é o Heavy Metal. Esses quatros professores são: OZZY OSBOURNE vocal; TONY IOMMI guitarra, GEEZER BUTLER baixo e BILL WARD bateria, fundadores do BLACK SABBATH e o álbum em destaque é o "SABBATH BLOODY SABBATH" de 1973. Atenção alunos a aula vai começar.
A faixa-título abre esta obra magnífica "SABBATH BLOODY SABBATH" com seu riff astronômico, sonoridade sofisticada e inconfundível voz de OZZY, estamos diante claro, de um clássico. A introdução do violão que antecede o solo e a outra mudança rítmica sustentada em seguida é algo mágico. O vocal de OZZY está em uma intensidade arrepiante, estupendo.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"NATIONAL ACROBAT" blues heavy que faz com que seu corpo se balança durante o riff inexplicavelmente. Outra mudança rítmica astuta, forte. Nos minutos 04:50 a música atinge outra proporção e novamente IOMMI em seus riffs sui generis. Digo de novo, OZZY está estupendo.
O término acelerado da música anterior dá passagem para está canção instrumental arpejada aos violões, entrada significante dos teclados manuseados por IOMMI, ambientação tranquila assim é "FLUFF".
"SABBRA CADABRA" os quatros professores mágicos com suas cartolas tiram de dentro delas o feitiço sonoro primoroso que esta música realmente é, um clássico da banda. Riff bluseiro cheio de vigor, bases solidas do baixo de GEEZER e força na munheta de WARD. A música atinge outra vertente, estilo a La prog rock com a entrada dos teclados do músico convidado RICK WAKEMAN da banda YES e OZZY detonando no vocal.
"KILLING YOURSELF TO LIVE" está música para mim é o ápice do disco, cheias de variações que faz com está banda é um agente influenciador do rock. Riffs e solos perfeitos, baixo derradeiro, bateria agressiva e vocal magistral.
"WHO ARE YOU?" atmosfera sombria regada a sintetizadores e vocal assustador.
"LOOKING FOR TODAY" riff contagiante menos pesado que os anteriores. Violão e flauta agregam a faixa.
"SPIRAL ARCHITECT" a arquitetura desta música é realmente o conhecimento refletindo a sabedoria que em hipótese alguma deverá ficar oculta. Início com acordes acústicos apresentando em seguida a força da banda de fazer música sofisticada, arranjos orquestrais e vocais de OZZY estupendo, acho que já falei isso demais, mas é a verdade, estupendo.
Este é o quinto álbum da banda, um espiral que eleva a genialidade destes caras ao supremo.
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