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Yes: Uma swan song honrada de um dos maiores mestres

Resenha - Like It Is: Yes at the Mesa Arts Center - Yes

Por Ricardo Pagliaro Thomaz
Em 03/10/15

Nota: 10

Chega-se, ao que a gente pode considerar aqui, talvez o último lançamento dos veteranos ingleses do Yes com um de seus grandes gênio na formação. Este ano tivemos a sentida morte de um sensacional baixista e compositor, o gênio dos baixos Chris Squire. Eu fiz questão de fazer uma homenagem a ele no meu blog, tamanha a influência que ele teve sobre meu background musical. Este álbum ao vivo foi lançado 1 mês depois de sua morte, sendo portanto este, o último disco ao vivo do Yes gravado com o baixista.

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Segundo declarações, o Yes irá continuar sem Squire. O baterista Alan White e o multi-instrumentista Billy Sherwood, que já trabalhou com o Yes antes, disseram que antes de morrer de leucemia, o baixista disse a ambos "não importa o que aconteça, continuem sem mim". Os músicos então, emocionados, disseram que irão honrar a memória do amigo e dar continuidade à banda. Portanto, antes que mais material do Yes pipoque por aí, vamos analisar o último show da banda com Squire, um grande gênio que inspirou toda uma geração de músicos.

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O setlist do show é até legal pra quem está começando, mas ele apenas conta com os clássicos dos anos 1970. O álbum duplo ao vivo é um álbum-sequência de Like It Is: Yes at the Bristol Hippodrome (2014), o álbum lançado ano passado e que faz parte da turnê da banda do seu novo álbum Heaven & Earth (2014). No entanto, o foco destes dois álbuns ao vivo não são as músicas novas do grupo, mas sim performances de seus discos clássicos ao vivo em sua plenitude que o grupo andava promovendo. No lançamento ao vivo de 2014, eles fizeram os discos The Yes Album (1971) e Going for the One (1977). Aqui nesta continuação, eles tocam os álbum Fragile (1971) e Close to the Edge (1972) inteiros.

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São ótimas performances, inclusive. As músicas dos álbuns são reproduzidas fielmente e o fã de longa data tem aqui registros destes clássicos da banda com produção moderna e com uma qualidade sonora impecável. O primeiro CD é o álbum Close to the Edge. Destaque para a performance irretocável de "Close to the Edge" que saiu absolutamente perfeita, as linhas instrumentais hiper-viajantes de "And You and I" e os arranjos sempre desafiadores de "Siberian Khatru". O vocalista John Davidson que gravou os vocais de Heaven & Earth, apaixonado pelo som da banda, tanto que até já gravou faixas tributo a eles, interpreta de forma magistral as partes que originalmente eram de Jon Anderson. A banda ainda conta com os talentos dos membros originais e pioneiros que gravaram estes clássicos, Steve Howe e Chris Squire.

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O segundo CD inicia Fragile, nos dando a oportunidade de poder conferir performances de coisas que o Yes raramente fez ao vivo, como a faixa de 42 segundos "Five Per Cent for Nothing". Eu sempre achei essa faixa curiosa, nunca entendi se se tratava de uma ironia do grupo quando fez o disco, mas que é um pequeno número de grande dificuldade de execução, isso é. Das minhas favoritas do Yes, destaco aqui "Roundabout", o número clássico de Howe ao violão "Mood for a Day" e a faixa que fecha o álbum de 71, "Heart of the Sunrise" que sempre achei fantástica, e aqui ganha uma performance a altura.

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A banda está bastante entrosada, a instrumentação é fantástica como sempre, os integrantes que não gravaram estas faixas originalmente como Davidson, Geoff Downes e Alan White capricham em suas partes; destes três, apenas Davidson ainda não havia trabalhado com o Yes, fazendo dele o caçula do grupo. E ele recebeu a incumbência de integrar a banda e fez o serviço com honras, merecendo seu espaço dentro da história do grupo setentista. Eu vi as pessoas com opiniões divididas em relação ao último álbum de estúdio, mas eu gostei bastante dele, não chega a ser o melhor, mas com certeza tem boas coisas a se considerar.

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Enfim, fica por aqui a minha última homenagem a Chris Squire neste seu último trabalho com sua banda, mais uma vez com a tradicional arte gráfica irretocável e viajante de Roger Dean. E se realmente for para honrar a memória do amigo falecido, que a banda continue a nos trazer as maravilhas sonoras que sempre nos trouxe com seu Rock Progressivo. Eu recomendo o disco e acho ele uma swan song honrada de um dos maiores mestres e gênios musicais que já pisaram neste planeta.

Like It Is: Yes at the Mesa Arts Center (2015)
(Yes)

Tracklist:
Disco 1 (Close to the Edge):
01. Close to the Edge
I. The Solid Time of Change
II. Total Mass Retain
III. I Get Up, I Get Down
IV. Seasons of Man
02. And You and I
I. Cord of Life
II. Eclipse
III. The Preacher, the Teacher
IV. Apocalypse
03. Siberian Khatru

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Disco 2 (Fragile):
01. Roundabout
02. Cans and Brahms (Johannes Brahms, arranjada por Rick Wakeman)
03. We Have Heaven
04. South Side of the Sky
05. Five Per Cent for Nothing
06. Long Distance Runaround
07. The Fish (Schindleria Praematurus)
08. Mood for a Day
09. Heart of the Sunrise

Selos: Frontiers Records

Yes é:
Jon Davison: voz, violão, teclado, percussão
Steve Howe: guitarra, violão, back vocal
Chris Squire: baixo, back vocal, gaita
Geoff Downes: teclados
Alan White: bateria

Discografia:
- Heaven & Earth (2014)
- Fly from Here (2011)
- Magnification (2001)
- The Ladder (1999)
- Open Your Eyes (1997)
- Keys to Ascension 2 (1997)
- Keys to Ascension (1996)
- Talk (1994)
- Union (1991)
- Big Generator (1987)
- 90125 (1983)
- Drama (1980)
- Tormato (1978)
- Going for the One (1977)
- Relayer (1974)
- Tales from Topographic Oceans (1973)
- Close to the Edge (1972)
- Fragile (1971)
- The Yes Album (1971)
- Time and a Word (1970)
- Yes (1969)

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Site oficial:
http://www.yesworld.com

Para mais informações sobre música, filmes, HQs, livros, games e um monte de tralhas, acesse também meu blog:
http://www.acienciadaopiniao.blogspot.com.br

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Sobre Ricardo Pagliaro Thomaz

Roqueiro e apreciador da boa música desde os 9 anos de idade, quando mamãe me dizia para "parar de miar que nem gato" quando tentava cantarolar "Sweet Child O'Mine" ou "Paradise City". Primeiro disco de rock que ganhei: RPM - Rádio Pirata ao Vivo, e por mais que isso possa soar galhofa hoje em dia, escolhi o disco justamente por causa da caveira da capa e sim, hoje me envergonho disso! Sou também grande apreciador do hardão dos anos 70 e de rock progressivo, com algumas incursões na música pop de qualidade. Também aprecio o bom metal, embora minhas raízes roqueiras sejam mais calcadas no blues. Considero Freddie Mercury o cantor supremo que habita o cosmos do universo e não acredito que há a mínima possibilidade de alguém superá-lo um dia, pelo menos até o dia em que o Planeta Terra derreter e virar uma massa cinzenta sem vida.

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