Bullet For My Valentine: Cumpriu e superou todas as expectativas
Resenha - Venom - Bullet For My Valentine
Por Eduardo Bockmann
Postado em 17 de setembro de 2015
Nota: 9 ![]()
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Dois anos após o criticado "Temper Temper", o Bullet vinha com a promessa de que seu novo álbum, "Venom", seria não só um retorno às origens, como também um dos mais pesados do grupo. A expectativa era grande, ainda mais com a entrada do novo baixista "Jamie Mathias" quem vem tendo ótimas performances ao vivo.
Bullet For my Valentine - Mais...

Tudo começa com a intro "V" que serve para criar um clima para a pancada que vem logo em seguida, "No Way Out". Já disponibilizada anteriormente, foi muito bem recebida (com razão). Ela é agressiva do inicio ao fim, além de conter ótimos vocais e um refrão que gruda na cabeça.
Logo em seguida temos "Army Of Noise", que segue a mesma a linha da música anterior, é rápida e agressiva. Vale destacar o solo feito por "Michael Paget", um dos melhores feitos pela banda.
"Worthless" poderia facilmente estar no "The poison" ou "Scream aim fire", tudo soa bem nela, possui ótimos riffs e backings, deve agradar a todos os fãs da banda.
Outra disponibilizada anteriormente, foi a "You Want A Battle (Here's A War)", que também foi muito bem recebida. Ela é uma das melhores do disco, além de possuir um refrão que cola na cabeça, não é necessário mais que uma audição para você estar cantando junto.

Depois dela, temos "broken", que numa primeira audição me soou estranha, porém após ouvir algumas vezes, passei a gostar. É uma boa música, mas é esquecível e provavelmente a mais fraca do álbum.
Em seguida, temos "Venom" que da título ao álbum. Sendo mais um ponto forte, ela contém toda a essência da banda, lembrando principalmente nos versos a grande "Tears Don't Fall". Com um ótimo clima e riffs, tem tudo para ser um novo clássico deles.
"The Harder The Heart" conquista logo com o primeiro riff, e quando chega os versos ela melhora ainda mais, graças aos agressivos vocais de "Matt". Seu refrão não foge de nada que já vimos na banda, contudo isso não é um problema, pois funciona muito bem.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Após ela, temos "Skin", que mais uma vez segue a linha que foi feita o álbum inteiro, abrindo com um ótimo solo, e excelentes linhas de bateria.
"Hell Or High Water" é uma das minhas favoritas. Vai funcionar muito bem ao vivo, pois apesar de ser simples, ela cativa logo de primeira com seus excelentes versos, que grudam na cabeça tranquilamente. Mais uma grande música.
Fechando a versão simples do álbum, temos "Pariah", que segue a linha das primeiras músicas, com ótimos solos, assim, caindo muito bem nesse final. Vale a pena destacar o baixo, que soa muito bem aqui. "Jamie" está mostrando que veio para ficar como novo baixista da banda.
E para quem possui a versão deluxe do álbum, temos mais músicas. A primeira delas é "Playing God", que apesar de não ser nada diferente do que a banda já fez, ela soa muito bem no conjunto. Mais uma vez é necessário destacar a performance de "Jamie", criando ótimas linhas de baixo, dessa forma, saindo da "mesmice" que o antigo baixista trazia.

"Run For Your life" é outro excelente play , poderia tranquilamente estar na versão simples do álbum. Possui ótimos riffs e solos. Espero que possamos vê-la ao vivo.
A penúltima música, "Loving Memory", lembra em alguns momentos (principalmente no solo) "Avenged Sevenfold". Infelizmente, ela é uma demo, então além de possuir uma qualidade inferior, provavelmente ela não será utilizada ao vivo.
E para agora de fato fechar o disco, temos a já escutada anteriormente, "Raising Hell". Ela foi a responsável por grande parte da expectativa criada nesse álbum, pois ela é superior superior à tudo que foi ouvido em "Temper Temper", e foi liberada não muito depois do lançamento do mesmo. Ela termina o álbum com chave de ouro.

Concluindo, acredito que está mais que claro que "Venom" cumpriu e superou todas as expectativas, sendo um dos melhores álbuns da banda, junto com "the Poison" e "Scream Aim Fire". Assim, agradando todos os fãs de todas as fases que Bullet já passou.
1."V"
2."No Way Out"
3."Army of Noise"
4."Worthless"
5."You Want a Battle? (Here's a War)"
6."Broken"
7."Venom"
8."The Harder the Heart (The Harder It Breaks)"
9."Skin"
10."Hell or High Water"
11."Pariah"
12."Playing God"
13."Run for Your Life"
14."In Loving Memory" (Demo)
15."Raising Hell"

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