Kataphero: Indo além do Death Metal tradicional
Resenha - Life - Kataphero
Por Thalles Magno Freire de Souza
Postado em 10 de março de 2015
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Formada em 2009 e arrancando elogios do público em geral, desde os mais jovens aos mais experientes, a banda natalense de Melodic Death Metal, Kataphero, vem passando por seu momento de ascensão e reconhecimento tão merecido. Isso se dá pela grande qualidade musical e teatralidade que o grupo apresenta, dentre seus diferencias. Com o lançamento do seu primeiro álbum "Life", em 2012, foi possível mostrar para o mundo que seu som vai mais além do Death Metal tradicional que conhecemos, misturando elementos orquestrais e atmosféricos em suas músicas.
Batizada com a palavra grega "Kataphero", que reflete "jogar para baixo", "sobrepujar", em suas letras são retratados temas que abordam o existencialismo. É possível ver que a banda tem como principal influência os gregos do SEPTIC FLESH e ROTTING CHRIST, além dos Portugueses do MOONSPELL pelos diversos elementos que são utilizados em suas músicas e também na forma como se caracterizam durante suas apresentações.
O álbum "Life" inicia com seu single "Thanatolatria",música que apresenta um belíssimo coral de fundo, riffs bem executados e uma bateria muito bem definida com muitas viradas e variações. Logo em seguida é a vez das músicas "Cold Dark Night" e "The Dying Man" que já possuem passagens orquestrais mais nítidas sem perder o peso e a agressividade e servem para dar um tom mais épico. A música "The Vigilant" apresenta uma melodia e um solo mais marcante, além de um refrão muito bem feito. Em seguida é a vez da "Brethren" e da "Landschap" que não dispensam efeitos para enriquecê-las e um baixo muito bem marcado. A faixa "Like a Dream" é fantástica, apresenta bateria e guitarra frenética, acompanhada com uma sinfonia excitante de fundo, tudo sendo executado de modo harmonioso. "Life Time" é uma das melhores no disco, é notório como os riffs combinam perfeitamente com o refrão e as vozes de fundo são bem cadenciadas a todo momento. Por fim,o álbum termina com o instrumental melancólico de "Sophrosyne",deixando quem escuta em um clima de "quero mais".
Portanto, Kataphero é uma banda que possui um diferencial e tem tudo para se desbravar por todo o Brasil e até mesmo fazer turnês por outros países. Também possui músicas com identidade própria, algo muito raro nos dias de hoje, apresentando qualidade ímpar em relação às belíssimas composições que são um tanto criativas e cativantes e fazem com que o ouvinte se surpreenda logo na primeira audição.
Kataphero é:
Paulo Dantas (Vocal/Guitarra)
David Cantidio (Guitarra/Backing Vocals)
Phelippe Melo (baixo)
Lucas Somenzari (bateria).
Track List:
1.Thanatolatria
2.Cold Dark Night
3.The Dying Man
4.The Vigilant & Exilium
5.Brethren
6.Landschap
7.Like a Dream
8.Aeon & Lifetime
9.Sophorosyne
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
Filmagem inédita do Pink Floyd em 1977 é publicada online
A música que Bruce Dickinson fez para tornar o Iron Maiden mais radiofônico
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
Para Mille Petrozza, humanidade vive retrocesso e caminha de volta à "era primitiva"
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
Os discos do U2 que Max Cavalera considera obras-primas
A banda que estava à frente do Aerosmith e se destruiu pelos excessos, segundo Steven Tyler
Os 11 maiores discos de onze bandas gigantes dos anos oitenta, segundo a Loudwire
SP From Hell anuncia sua primeira atração internacional; festival será realizado em abril
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
Sepultura anuncia última tour norte-americana com Exodus e Biohazard abrindo
O disco nacional dos anos 70 elogiado por Regis Tadeu; "hard rock pesado"
O álbum que, segundo John Petrucci, representa a essência do Dream Theater
Led Zeppelin e a bateria que ninguém acreditava que um ser humano conseguiria tocar
A única pessoa que poderia ter substituído John Lennon nos Beatles, segundo Noel Gallagher
Jimmy Page culpa Phil Collins pelo fiasco do Led Zeppelin no Live Aid, em 1985


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



