Bruce Dickinson diz que a química entre os integrantes do Iron Maiden é estranha, "fabricada"
Por Bruce William
Postado em 05 de novembro de 2024
Bruce Dickinson esteve participando do podcast Rich Roll. Durante o bate-papo, o vocalista do Iron Maiden falou sobre o compromisso que a banda mantém com a independência e integridade, ao ser recusar a seguir tendências ou ceder a pressões comerciais. A transcrição é do Blabbermouth.
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"Somos outsiders na indústria da música em muitos sentidos. Existem bandas e bandas e bandas, e elas são apenas bandas. Quero dizer, você pode gostar delas, pode não gostar, podem ser bem-sucedidas ou não. Mas o Maiden é algo além disso. O Maiden faz parte da existência central para um grande número de pessoas, de várias origens e de diversas camadas sociais, de CEOs a pessoas com necessidades especiais, e todos parecem tirar algo da banda. E eu não analiso ou questiono isso. Simplesmente é assim. E é um produto do que somos quando estamos juntos."
Daí Bruce elabora uma tese curiosa: "E é uma química estranha, porque é fabricada, no sentido de que eu nunca teria conhecido Steve Harris e Dave Murray no curso normal da minha vida. Isso nunca teria acontecido se eles não tivessem dito: 'Ei, queremos um vocalista para o Iron Maiden'. E agora, o que temos em comum é o Iron Maiden, é essa música. E, claro, todos acabamos nos conhecendo. E uma das razões pelas quais a banda sobreviveu é porque crescemos uns com os outros ao longo dos anos como pessoas, mas, ao mesmo tempo, a música é sempre sagrada."
Depois de falar sobre a época em que ele teve câncer na garganta, contando que chegou a pensar que ele jamais voltaria a cantar, Bruce explicou melhor o que significa a "química fabricada" que ele citou: "A parte de 'fabricada' vem apenas no sentido de que não crescemos todos na mesma rua. E, na verdade, bandas que crescem na mesma rua, ou famílias que tocam juntas, isso pode ser uma receita explosiva. Digo, sei que o Oasis acabou de voltar a tocar junto, mas, meu Deus, como isso foi difícil?"
Bruce conclui: "Então todos nós estamos juntos, mas a música é o ponto de contato mais importante para todos nós. Se eu não conseguisse fazer o que faço hoje de maneira eficaz, eu seria o primeiro a dizer: 'Sabe de uma coisa? É hora de me aposentar do vocal no Iron Maiden e fazer outra coisa'. Empilhar prateleiras ou algo assim. Porque há muito orgulho em jogo comigo quando subo ao palco."
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