Anvil: Um dos principais registros da banda

Resenha - Metal On Metal - Anvil

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Por Getúlio Souza
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Que os anos 80 foram especiais para o heavy metal e impulsionaram o surgimento de excelentes bandas e discos do gênero, todos nós já sabemos. E com o Anvil, essa história não foi diferente.
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Formado em 1973 pelo guitarrista Steve “Lips” Kudlow e o baterista Robb Reiner, a banda tornou-se um dos principais embriões do metal canadense, apesar de receber pouca visibilidade da imprensa musical na época.

Produzido em 15 de Abril de 1982, “Metal On Metal” tornou-se um dos principais registros da banda, além de uma importante influência para outras bandas que viriam a surgir na década de 80. O disco é encabeçado por Steve “Lips” Kudlow (vocais, guitarras), Dave Allison (Vocais, guitarras), Ian Dickson (baixo) e Robb Reiner (bateria) Em 2005, o disco figurou o 441º no livro “Os 500 melhores álbuns de rock de todos os tempos” pela Revista Hard Maganize’s.

O disco abre com a clássica e poderosa “Metal on Metal”, que dá nome ao disco. Com um refrão grudento, essa faixa não decepciona. Lips e Allison alternam entre riffs que fazem qualquer headbanger apreciador de metal entrar no clima. Ian e Robb tocam de forma perfeita, revelando uma perfeita sincronia entre baixo e bateria.

A segunda faixa, “Mothra”, começa com uma pegada rápida, que enche os ouvidos e amplifica “Metal on Metal”, dando início um som encorpado e bastante volumoso. Os vocais rasgados de Lips e os rápidos solos de Allison não deixam a desejar. Robb mostra sua destreza na bateria e Ian preenche os espaços com seus graves.

Mais lenta e cadenciada, “Stop Me” quebra o ritmo frenético das duas faixas anteriores e acrescenta uma balada ao disco. Com solos lentos e carregados de emoção, intercalados com boas viradas de bateria, essa faixa se destaca pela emoção que consegue transmitir aos amantes de heavy metal.

A instrumental “March of the Crabs” começa um riff simulando uma marcha rumo à guerra, em ritmo crescente, que encontra seu ápice quando as baquetas entram em ação, juntamente com o compasso dos solos e dos riffs, marca o ritmo da faixa até seu desfecho marcante.

“Jackhammer”, por sua vez, abre com levadas cadenciadas da bateria, enquanto as guitarras e os vocais entram em ação, caracterizando, definitivamente, a sonoridade do Anvil.

“Heat Sink” é uma pura explosão de energia e palhetadas para cima e para baixo, aliada a afiada bateria, que anda lado a lado e faz uma bela dupla com os riffs de Lips e Allison. A faixa é um convite para bater cabeça.

“Tag Team” não decepciona e traz novo fôlego para o disco. Mais lenta, a faixa agrada àqueles que gostam de apreciar um bom heavy metal, bem executado, direto ao ponto. Com solos carregados de felling e riffs fortes, Tag team complementa, com mastreia, o que foi feito até aqui.

Com uma pancada atrás da outra, “Scenery” começa pesada até atingir o ponto certo de explodir com um riff pesado e um refrão tão grudento quanto o de “Metal on Metal”. Aqui, Robb mostra nitidamente que sua habilidade com as baquetas, arrancando elogios de qualquer aspirante à baterista.

Penúltima faixa do desse poderoso disco, “Tease me, Please Me” acelera com tudo, mas sem perder sua essência. Tanto os vocais, quanto a cozinha é tão boa, que é preciso ouvir a faixa mais de uma vez para se sentir completamente satisfeito.

Se “Tease me, Please Me” botava a casa abaixo, com “666” não é diferente. Logo no inicio, o balançar dos pratos sinaliza algum mistério, que é quebrado com um clássico Thrash Metal, recheado de solos e uma cozinha extremamente veloz.

Tracklist:

1. Metal On Metal 3:54
2. Mothra 5:00
3. Stop Me 5:25
4. March Of The Crabs 2:32
5. Jackhammer 3:30
6. Heatsink 3:54
7. Tag Team 4:07
8. Scenery 4:39
9. Tease Me, Please Me 4:54
10. 666 4:26

Créditos:

Bass – Ian Dickson
Drums – Robb Reiner
Guitar, Vocais – Dave Allison, "Lips"

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