Unisonic: Mostrando o lado mais pesado e melódico no 2º trabalho
Resenha - Light of Dawn - Unisonic
Por Junior Frascá
Postado em 23 de outubro de 2014
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após surgir no cenário do hard rock/metal melódico com muita expectativa, por ser a primeira banda "full time" de Michael Kiske desde que saiu do HELLOWEEN em 1994, e se tornar um supergrupo com o ingresso de Kai Hansen na formação, o UNISONIC se estabilizou no cenário com um excelente debut, e uma tour de grande sucesso ao redor do mundo. E agora a banda retorna com seu segundo trabalho, um álbum ainda mais evoluído que o anterior.
E embora Hansen e Kiske sejam as figuras centrais do conjunto, a verdade é que o grande mentor e gênio por traz do projeto é Dennis Ward, que aqui, além de compor quase todas as faixas do disco, ainda é o responsável pela produção fantástica de "Light of Dawn", que possui uma sonoridade cristalina, mas sem abrir mão do peso. Kai Hansen, dessa vez, devido a agenda lotada do GAMMA RAY, pouco participou do processo de criação, embora tenha executado com maestria as partes que lhe competiram.
Alias, em comparação ao primeiro trabalho da banda, este novo álbum é bem mais pesado e voltado ao metal melódico, sendo que as influências de hard e AOR ainda permanecem, mas em segundo plano, com nas ótimas "Your Time Has Come" (melhor faixa da banda), "Excepcional" (melódica e grudenta)", "For the Kingdom", "Find Shelter" e "Manhunter", apenas alguns exemplos da excelência de um disco que tem tudo para cair nas graças dos fãs do metal melódico, carentes por lançamentos de qualidade em um estilo cada vez mais sucateado.
Nem vou aqui ficar chovendo no molhado e elogiando as performances de Michael Kiske, pois todos que conhecem o trabalho do cara sabem o que esperar, e aqui ele prova estar em uma das melhores fases de sua carreira. Monstruoso!
Trata-se, pois, de um trabalho coeso, maduro, e que faz jus à fama de seus membros na cena metálica, e que prova que o UNISONIC veio para ficar e se firmar como a melhor banda de metal melódico da atualidade. Aproveite que a Hellion Records acaba de disponibilizar o disco no mercado nacional, e adquira já o seu, pois vale cada centavo!
Light of Dawn - Unisonic
(2014 – Hellion Records - Nacional)
1. Venite 2.0
2. Your Time Has Come
3. Exceptional
4. For the Kingdom
5. Not Gonna Take Anymore
6. Night of the Long Knives
7. Find Shelter
8. Blood
9. When the Deed Is Done
10. Throne of the Dawn
11. Manhunter
12. You and I
Outras resenhas de Light of Dawn - Unisonic
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
Quem é o homem carregando o feixe de galhos que está na capa do "Led Zeppelin IV"
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Nicholas Barker luta contra falência renal e aguarda transplante este ano
A banda que esbanja confiança técnica e criativa fora do comum, segundo Regis Tadeu
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
Embalado pelo seu derradeiro disco, Megadeth lança linha de cervejas personalizadas
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
Os melhores álbuns de metal de cada ano desde 1970, segundo a Loudwire
A música do Dream Theater que foi diretamente influenciada por Zakk Wylde


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


