Mutran: Hard Rock com peso e suavidade na medida
Resenha - Yellow Pictures - Mutran
Por Vitor Franceschini
Postado em 28 de julho de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Liderado por Gustavo Mutran (vocal/guitarra e que também tocou teclados e ‘sequencers’ no álbum), o Mutran é uma banda um tanto quanto peculiar. Inicialmente apostaram em um Rock cantado em português, mas logo desistiram da ideia e recomeçaram neste quesito partindo para temáticas mais abrangentes e expansivas.
Vendo a capa do trabalho nos remetemos imediatamente a uma banda de Power Metal, mas o sujeito que julga ‘o livro pela capa’ aqui se daria muito mal, já que a sonoridade da banda passa longe do estilo citado. O esquema aqui é mesclar o Rock Clássico com leves toques de Progressivo, Hard Rock e um grão de Metal.
As composições possuem ótimos arranjos, além de boas estruturas trazendo certa suavidade em meio à proposta ‘rocker’. Sim, há guitarras e com boas bases, certo peso, mas nada extravagante ou extremo. Os solos são ótimos e seguem o tom suave com ótimas melodias.
A primeira faixa após a introdução Prelude, nomeada Galactic Tales: The Legend Of Captain Pollen traz uma ótima energia e foi um tiro certeiro como cartão de visitas. Sua levada diferenciada e bom riff mostra uma energia diferente e cativante. Are You Still Out There? mostra a influência do Rock sessentista que, aliás, se demonstra durante quase todo o álbum, mas incrivelmente sem soar datado.
A partir da quarta composição, a progressiva Peace On Earth a peteca cai um pouco mostrando algo mais burocrático e menos enérgico. Isso não quer dizer que perde a qualidade, mas as composições se aproximam mais do comum do que as três faixas iniciais sendo que o excesso de cadência também preocupa um pouco. Talvez a ordem das músicas poderia ser outra.
A produção é ótima e segue a suavidade da sonoridade contida no álbum. Não posso deixar de mencionar os bons vocais que cantam letras com temáticas que abordam filosofia, universo geek da TV, misticismo, filmes, etc, com uma ótima pronuncia do inglês. Resumindo, "Yellow Pictures" é um bom álbum de Rock e possui uma sonoridade diferenciada que irá gerar sentimentos opostos.
https://www.facebook.com/BandaMutran
https://soundcloud.com/mutran
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Shows no Brasil que encerraram ciclos em carreiras de bandas internacionais
A canção do Metallica que ainda emociona James Hetfield toda vez que ele a escuta
A música do Yes que serviu de inspiração para Dream Theater e Sepultura
Regis Tadeu defende Roger Waters após polêmica envolvendo o Rush e manda recado aos fãs
Angus Young (AC/DC) autografa bebê no Canadá
A música do Van Halen que Eddie tentou fazer como AC/DC mas não deu certo
Os dois discos do AC/DC com Brian Johnson que ainda impressionam Angus Young
A jam gravada só para testar microfones que virou um clássico do rock e vendeu milhões
"Nunca compusemos juntos" - Roger Waters explica sua parceria com David Gilmour no Pink Floyd
Resenha e fotos do show de Dave Evans, ex-AC/DC, em Belo Horizonte
O disco que o Alice in Chains lançou esperando que quase ninguém soubesse
Regis Tadeu finalmente explica detalhe do Iron Maiden que fãs discutem há 20 anos
O disco solo que Ozzy Osbourne não suportava ouvir; "Tudo parecia e soava igual"
O cantor forte e bonitão de power metal que foi bombeiro por 20 anos
Mike Portnoy elogia "Cursum Perficio", novo disco do Anthrax
A banda que mudou a história da música para sempre, conforme Rick Rubin
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1991
B. B. King e o álbum de Rock que o saudoso bluesman considerava ter "mudado o mundo"

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



