Carniflex: Nada de temática falando de amor, paz e esperança
Resenha - Die Without Hope - Carniflex
Por Marcelo Hissa
Postado em 17 de julho de 2014
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Die Without Hope é quinto álbum da banda americana CARNIFEX. Deathcore na mais pura definição do gênero; vocais rasgados alternando com guturais somados a agressividade do death com o groove do metalcore. São 10 faixas seguindo precisamente essa receita de bolo; pra alguns um festim de música pesada, pra outros a indigesta repetição.
Como suposto para o estilo, não espere uma temática que fala de amor, paz e esperança, com CARNIFEX tudo sofre, morre, apodrece e acaba. O álbum inicia-se com um prenúncio atmosférico crescente da vindoura jornada que é detonada com a bateria frenética, o nome já diz tudo: Salvation is Dead. Técnica e rápida, com alternâncias de ritmo que não permitem a degeneração da música em algo tedioso.
Dark Days repete a fórmula, agressividade dividindo espaço com passagens mais lentas (nem tão lenta assim). A grande novidade é o teclado que provê um toque mais black metal. A velocidade e o groove continuam em Condemned to Decay, tão semelhante com a faixa prévia que os mais desatentos talvez nem percebam que já estamos na faixa 3.
Die Without Hope tem uma breve introdução atmosférica, mas que rapidamente quebra ao bumbo da bateria. Contudo não se engane em pensar que há um festival e blast beats, o ritmo apesar de rápido, mostra seu lado levemente comedido. E assim vai seguindo o álbum com Hatred and Slaughter, Dragged Into the Grave, Rotten Souls, Last Words que apesar de terem diferentes nomes são estruturalmente iguais, a distinção é feita pelos detalhes. Reflection of the Forgotten é a penúltima faixa, instrumental tocada no piano que abre para Where the Light Dies, talvez a mais rápida do álbum.
A qualidade da produção e das músicas é inegáveis, deathcore para as massas. A alternância de vocais não quebra o ritmo e os solos são muito bem encaixados. No fim das contas o álbum é bem tocado, bem produzido e bem repetitivo. A impressão que fica é de que o álbum tem apenas 1 faixa que se repete 9 vezes.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que Angus Young chamou de "Led Zeppelin de pobre"
Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
Papangu aparece na lista de melhores discos de 2026 da Metal Hammer
As duas faixas do "The Number of the Beast" que Bruce Dickinson e Steve Harris detestam
A banda dos anos 60 que Ritchie Blackmore colocava acima dos Beatles e de Jimi Hendrix
Quando Andre Matos quase morreu afogado e precisou ser resgatado de helicóptero
A música "melosa" do Kiss que fez Gene Simmons querer mudar tudo
As 10 músicas mais rápidas do Metallica pela média de batidas por minuto
O guitarrista que Angus Young acha muito melhor que Eric Clapton
A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
Children of Bodom é anunciado como atração do Summer Breeze 2027
De Black Sabbath a Babymetal, 50 músicas que formam a playlist definitiva do heavy metal
O clássico do progressivo que fez Geddy Lee querer levar o Rush a caminhos mais ambiciosos
Para Kerry King, "Black Album" é a maior conquista do Metallica
O ex-guitarrista do Guns N' Roses que Slash considera melhor do que ele
A polêmica nova prática da indústria que Sting defende: "Sou pago, então por que não?"
O motivo que fez Clive Burr sair do Iron Maiden, segundo Steve Harris


Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



