Symphony Draconis: Black metal cru, ríspido e sem concessões
Resenha - Supreme Art of Renunciation - Symphony Draconis
Por Junior Frascá
Postado em 10 de abril de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Banda porto-alegrense formada em 2006, o SYMPHONY DRACONIS é um dos grandes representantes do Black Metal do sul do Brasil. Com uma sonoridade bem direta, crua e sem concessões, a banda acaba de lançar seu debut, que já a coloca na vanguarda do estilo em nosso país.
Com forte influência da cena norueguesa dos anos 90, a banda consegue se sobressair com linhas instrumentais muito bem elaboradas, sem deixar a agressividade de lado em nenhum momento, e vocais agonizantes e soturnos e sofridos de arrepiar, remetendo a nomes como GORGOROTH, DISSECTION, VADER e MARDUK.
Com uma produção sonora crua e suja, mas que não compromete, o disco flui com muita naturalidade, agradando o ouvinte com facilidade, mesmo diante de tanta brutalidade durante todo seu interregno. Algumas faixas, como "Eris Aeon" e "Seeds of Evil", são um pouco mais climáticas e arrastadas, com climas pesados e carregados.
Todavia, no geral, as faixas são bem velozes e brutais, repletas de blast beats e muita insanidade, como em "Demoniac bu a Divine Power", "Ain Soph Aur" e "Crushing the Concepts", que levam o ouvinte a uma verdadeira viagem pelo lado mais brutal da música pesada.
Outro ponto de destaque fica para a belíssima arte gráfica do material, feita pelo brilhante Marcelo Vasco, e que demonstra ainda mais todo o profissionalismo da banda.
Um ótimo trabalho, altamente indicado para os amantes do lado mais extremo da música pesada!
Symphony Draconis - Supreme Art of Renunciation
(Eternal Hatred Records/Corvo Record/Misanthropic Records - 2013 – Nacional)
Tracklist:
Tracklist:
01. Transcending the Ways of Slavery
02. Eris Aeon
03. Demoniac by a Divine Power
04. Supreme Art of Renunciation
05. Ain Soph Aur
06. The Visions and Mysteries of the Great Ones
07. Crushing the Concepts
08. Itzpapalotl
09. Seeds of Evil
Formação:
Nechard - Vocais
Aym - Guitarras
Thiernox - Guitarras
Follmer - Baixista
Helles Vogel - Bateria
Outras resenhas de Supreme Art of Renunciation - Symphony Draconis
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
O álbum do Testament onde os vocais melódicos de Chuck Billy não funcionaram
As bandas que Steve Howe recusou antes de se juntar ao Yes
O primeiro disco que Max Cavalera comprou; "Ouvia todos os dias"
Guns N' Roses ensaia hit não tocado há 35 anos e fãs criam expectativa para shows no Brasil
Max Cavalera queria tocar bateria, mas Iggor era melhor que ele
A controvertida estratégia militar que gerou um violento hino punk e reapareceu no Metallica
Alex Lifeson diz que primeiros ensaios do Rush com Anika Nilles não funcionaram tão bem
O disco que define o heavy metal, segundo Lzzy Hale, vocalista do Halestorm
Rob Dukes não levou raiva por demissão em conta quando aceitou voltar ao Exodus
Arch Enemy publica vídeo com demos de música alvo de polêmica com Kiko Loureiro
O álbum de rock rural que mistura candomblé e umbanda que Regis Tadeu adora
O exagero de John Bonham que Neil Peart não curtia; "Ok, já chega!"
Saxon: vocal diz que dois álbuns da banda são tão bons quanto "The Number Of The Beast"
Os 10 melhores álbuns do brutal death metal, em lista onde o melódico não tem vez
Quem foi a primeira grande paixão de Cássia Eller?


Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
Legião Urbana: O discurso de tristeza e morte no álbum A Tempestade



