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Benediction: Vinte anos do petardo "Transcend the Rubicon"

Resenha - Transcend the Rubicon - Benediction

Por Leonardo M. Brauna
Postado em 01 de dezembro de 2013

O BENEDICTION há muito já tinha conquistado um lugar importante no cenário do death metal mundial. Desde o seu debut, ‘Subconscious Terror’ (1990), passando por ‘The Grand Leveller’ (1991) até o renomado EP, ‘Dark is the Season’ (1992) a banda trilhou grande sucesso, mas foi com a chegada de ‘Transcend the Rubicon’ (1993) que a ela tornou-se soberana no estilo.

O álbum de estréia do baixista FRANK HEALY veio com uma lapidação diferente na sonoridade. Aqui o produtor ‘ Paul Johnston’ criou um clima mais aberto para a musicalidade dos ingleses, destacando melhor cada instrumento – um conceito bem diferente do que ele usou no segundo álbum, que traz mais potência nos graves (em ‘Dark is the Season’ a banda produziu sozinha, mas usou a antiga técnica de Paul).

A música em si revela um conjunto de composições bem maduras, talvez pela aquisição do novo membro que possa ter oferecido um pouco da sua experiência nesse campo. Os inseparáveis DARREN BROOKS e PETER HEWINSKY (guitarristas) promovem nesse CD momentos mais criativos, como você pode conferir em canções como, ‘Nigthfear’, ‘Violation Domain’ e ‘A Bow to None’ – DAVE INGRAN, então, insuperável nos vocais. O álbum sempre cria alternância entre o peso e a velocidade, partindo daqui, uma nova tendência no estilo da banda que acabaria se aprofundando mais em 1995, com o lançamento de ‘The Dreams you Dread’.

A excepcional capa criada pelo artista ‘Dan Seagrave’, o mesmo que "rabiscou" as clássicas: ‘Altars of Madness’ (MORBID ANGEL), ‘Like an Ever Flowing Stream’ (DISMEMBER), ‘Left Hand Path’ (Entombed) e várias outras, aplicou em ‘Transcend the Rubicon’ o melhor cenário para as canções e, com isso, acrescentando ótima qualidade visual aos temas.

O álbum ainda conta com uma ‘jam session’ gravada ao vivo no estúdio, onde fazem um cover para ‘Wrong Side of the Grave’ do THE ACCÜSED, com as participações dos amigos, KARL WILLETTS (vocal, BOLT THROWER), JAN CHRIS DE KOEYER (vocal, GOREFEST) e MACKA do HEALER. A última canção é o ‘medley’, ‘Artefacted / Spit Forth’ gravado também ao vivo no estúdio, com músicas do ‘Subconscious Terror’.

Em 10 de agosto de 2013, esse petardo completou vinte anos, e desde então a banda vem saindo em turnê comemorativa levando em seu repertório, todas as faixas desse disco além de outras que impulsionaram a sua carreira. Em Fortaleza (cidade deste humilde redator) a visita será trazida pela ‘Gino Production’ no próximo dia 12 de dezembro onde aguardaremos a consolidação.

Formação:

DAVE INGRAN – Vocal;
DARREN BROOKES – Guitarra;
PETER REWINSKY – Guitarra;
FRANK HEALY – Baixo;
IAN TREACY – Bateria.

Faixas:

01 – Unfound Mortality;
02 – Nightfear;
03 – Paradox Alley;
04 – I Bow to None;
05 – Painted Skulls;
06 – Violation Domain;
07 – Face without Soul;
08 – Bleakhouse;
09 – Blood from Stone;
10 – Wrong Side of the Grave (cover de The Accüsed );
11 – Artefacted / Spit Forth.


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Sobre Leonardo M. Brauna

Leonardo M. Brauna é cearense de Maracanaú e desde adolescente vive a cultura do Rock/Metal. Além do Whiplash, o redator escreve para a revista Roadie Crew e é assessor de imprensa da Roadie Metal. A sua dedicação se define na busca constante por boas novidades e tesouros ainda obscuros.
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