Matérias Mais Lidas

imagemA bizarra exigência de Ace Frehley para participar da última turnê do Kiss

imagemMax Cavalera revela como "selou a paz" com Tom Araya, vocalista do Slayer

imagemO grave problema do refrão de "Eagle Fly Free", segundo Fabio Lione

imagemPink Floyd: Gilmour nega alegação de Waters sobre "A Momentary Lapse of Reason"

imagemEngenheiros do Hawaii e as tretas com Titãs, Lulu Santos, Lobão e outros

imagemLobão explica porquê todo sertanejo gostaria, no fundo, de ser roqueiro

imagemEdu Falaschi descobriu que seu primo famoso tem mais seguidores que ele no Instagram

imagem"Éramos nós contra o mundo" relembra Bill Ward, sobre o início do Black Sabbath

imagemGregório Duvivier: "Perto de Chico Buarque, Bob Dylan é uma espécie de Renato Russo!"

imagemAC/DC: Angus Young conta como é para ele o antes, o durante e o depois de um show

imagemDave Mustaine cutuca Kiss e bandas "preguiçosas" que usam playbacks

imagemMax Cavalera diz quais foram os dois discos mais difíceis que já gravou

imagemIggor Cavalera diz que reunião da formação clássica do Sepultura seria incrível, mas...

imagemRush: Geddy Lee comenta as dificuldades da gravação de "Hemispheres"

imagemA categórica opinião de Dave Mustaine sobre religião "abusiva e falsa" de sua mãe


Stamp

Joe Satriani: Unstoppable Momentum é prova de que ele é genial

Resenha - Joe Satriani - Unstoppable Momentum

Por Henrique Machado
Fonte: Troca o Disco Podcast
Em 11/08/13

Não é de hoje que sou fã de Joe Satriani e de seu trabalho. Eu acho essa história de fazer lista de "melhores disso" e "melhores daquilo" um saco, mas ele certamente está entre os músicos que eu mais admiro. Não só pela técnica, velocidade e essas coisas, mas pela música que esse cara sempre fez.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A grande verdade é que eu, como admirador de seu trabalho, andava meio cabisbaixo com os dois últimos trabalhos de estúdio que o nosso mestre nos entregou. Um foi o Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock (2008) e o outro Black Swans and Wormhole Wizards (2010), ambos com nomes bem toscos e músicas extremamente cansativas e repetitivas. Isso não significa que os álbuns são ruins, mas sim que eu particularmente estava saturado (Satchurated!) da mesmice em que nosso querido amigo estava caindo.

Quando fiquei sabendo que ele estava lançando um álbum novo, confesso que fiquei um pouco apreensivo e com o pé atrás com o que poderia vir. A minha curiosidade surgiu, na verdade, quando descobri que a banda havia mudado novamente, e não é só isso: Vinnie Colaiuta estaria assumindo as baquetas. Um baterista excepcional e extremamente respeitado, com uma carreira incrívelmente extensa no Jazz e no Fusion. Vinnie já tocou com muita gente do naipe de Jeff Beck, Herbie Hancock e inclusive com o eterno Frank Zappa. Completando a banda estariam então o baixista Chris Chaney, atual baixista do Jane’s Addiction e Mike Keneally nos teclados, este que por sua vez já trabalhou com vários nomes da música como James LaBrie, Wadada Leo Smith e o mestre Steve Vai. Tudo em casa!

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

A sonoridade deste álbum não é nada parecido com o que havíamos ouvido nos dois últimos trabalhos dele. Podemos sentir isso já na primeira música, que leva o nome do álbum, e já chega com um tempo "quebrado", com varias inversões e viradas do mestre Colaiuta, que não deixou barato na hora de escrever essas linhas de batera. Destaque para a destruição da batera no final dessa música.

E o álbum segue gostoso de ouvir, sem abandonar o estilo Satriani de ser, mas ainda assim com os toques característicos de cada integrante novo na banda, e isso foi o que fez com que o álbum soasse tão fresco pra mim. Os teclados de Mike se mostram bastante presentes nas músicas e criam um ambiente bem bacana, chegando as vezes até a acompanhar a guitarra base na execução de riffs muito bem construídos, enquanto o baixo sustenta toda essa galera em pé para o mestre Satch destruir nos costumeiros ligados na velocidade da luz.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Você, que assim como eu, andava desanimado, pensando que esses caras das antigas não conseguiriam mais se renovar e entregar algo realmente bacana dentro desse estilo "guitarrista de rock instrumental", pode ir com tudo no Unstoppable Momentum. Ele é a milésima prova de que Joe Satriani é genial.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Airbourne 2022
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp



Death Metal: menina de 6 anos detona no America's Got Talent