Em 1995, o cabeludo batera Regis Tadeu explicava o som de sua banda Jacqueline
Por Gustavo Maiato
Postado em 11 de março de 2024
Quem vê o aclamado crítico musical Regis Tadeu hoje em dia pode não saber que nos anos 1990 ele tentou a vida de músico autoral como baterista na banda de rock Jaqueline. A banda iniciou fazendo covers de The Doors e Lou Reed e sua formação mais clássica era a seguinte: Fábio Amaral, Fernando Cali, Regis Tadeu, Marcelo Macarrão e Cesar Gavin.
"O nosso repertório não é linear, mas segue uma linha básica, que é uma linha pesada, mas temos preocupação com melodia. É muito importante. Houve uma abertura de mercado boa para esse som pesado. Não que as pessoas estejam fazendo som pesado visando exclusivamente essa abertura. Agora, timidamente, vão se abrindo novas casas e vão dando oportunidade para as bandas novas, o que é super legal e bem-vindo, né".
Regis Tadeu e suas bandas
Outra banda de Regis Tadeu é a Musak, que está na ativa até hoje. Em entrevista recente ele usou o grupo para se defender da acusação de que crítico é apenas um músico frustrado.
"Minha banda Musak voltou à ativa. Fizemos sucesso nos anos 1980 no Brasil. Gravamos um disco já. Agora, eu ouço muito as pessoas dizerem, por exemplo, que eu meto o pau na Madonna ou em outro artista. Aí falam: ‘Vai lá e faz melhor’. Quando respondo, falo assim: ‘Não preciso. Não sou cantor’. Não sou a Madonna. Não sou artista. Não preciso fazer melhor. Para você saber se um prato de lagosta está gostoso, você precisa ser cozinheiro? Você precisa morrer para trabalhar como coveiro? Não. Quando o cara fala que o crítico é músico frustrado, mostro um vídeo onde toco de improviso com a Patrulha do Espaço num show sem ensaio".
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