Helker: deram um passo gigantesco com seu quarto disco de estúdio
Resenha - Somewhere in the Circle - Helker
Por Junior Frascá
Postado em 21 de maio de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Procurando expandir sua carreira, os argentinos do Helker deram um passo gigantesco com esse seu quarto disco de estúdio. Pela primeira vez lançando um disco todo cantado em Inglês (há também uma versão do álbum em Espanhol), os caras conseguiram um contrato com uma grande gravadora do estilo (AFM Records), contrataram um produtor renomado (Matt Sinner), e criaram 11 excelentes faixas, que têm tudo para colocar a banda dentre os grandes destaques da cena metálica atual.
A banda, que está na estrada desde 1998 tem uma sonoridade bem interessante, voltada para o metal tradicional, com doses de power metal e hard rock muito bem encaixadas, tudo repleto de peso e ótimas melodias, com influências que vão de JUDAS PRIEST à RAGE, passando por PRIMAL FEAR e ACCEPT, mas sem soar como uma mera cópia, tendo muita personalidade.
O material aqui presente tem como destaques os riffs e solos excelentes e marcantes da dupla Leo e Mariano, que dão uma verdadeira aula de bom gosto e precisão. Mas o que mais chama a atenção mesmo é o vocalista Diego, com uma voz potente e variada, lembrando em vários momentos o mestre Dio, de forma bem natural.
Outro ponto forte do disco é a produção de Matt Sinner, que também ajudou a banda nas composições, e deixou a sonoridade do disco bem atual e cristalina, mas sem abrir mão do peso.
Logo na primeira audição do disco, é possível perceber todo o potencial dessa nova empreitada do HELKER, com faixas pesadas e grudentas como "Modern Roman Circus", "Just Be Yourself" e "No Chance to Be Reborn", e na matadora "Beggins For Forgiviness", que conta com as participações mais do que especiais de Tim "Ripper" Owens e Ralf Scheepers.
Mas é um disco em que todas as faixas merecem uma audição mais apurada, sendo bem equilibrado e se momentos de queda na qualidade, mesmo na estranha balada "Flying", que foge um pouco do estilo das demais faixas.
A arte gráfica do disco também é belíssima, e chama muito a atenção.
Ou seja, temos aqui um verdadeiro petardo desses "hermanos" que acertaram em cheio nessa nova fase, e têm tudo para atingir seus objetivos no cenário internacional! Altamente recomendado!
Somewhere in the Circle – Helker
(2013 –AFM - Importado)
Line-Up:
Diego Valdez (Vocal)
Leo Aristu (Guitarra)
Mariano Ríos (Guitarra)
Christian Abarca (Baixo)
Hernán Coronel (Bateria).
1 - Modern Roman Circus
2 - Just Be Yourself
3 - No Change To Be Reborn
4 - Begging For Forgiveness
5 - Wake Up
6 - At The End of The Journey
7 - Ghost From The Past
8 - Still Alive
9 - Flying
10 - Inside of Me
11 - Dreams
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Brasileira conta como está sendo o primeiro ano como vocalista do Battle Beast
Kiko Loureiro respeita muito Tony Iommi, mas acha que guitarrista do Black Sabbath é "quadrado"
Rock in Rio quer o nome do rock, mas não seu compromisso
Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, diz que deixar o Soilwork para trás foi ruim
James Hetfield revela sua maior influência como guitarrista de metal: "É o mestre dos riffs"
O álbum em que Geddy Lee acredita que o Rush finalmente encontrou seu equilíbrio
Como John Petrucci tenta manter a rotina de treinos durante as turnês do Dream Theater
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
Lars Ulrich revela ter perdido a virgindade com ajuda de Dave Mustaine
A superbanda com integrante dos Rolling Stones que Jimmy Page nunca esqueceu
O clássico do U2 que Bono admite ter "errado" e mesmo assim resistiu ao tempo
O grande clássico do Metallica em que Kirk Hammett não tocou uma única nota
A cantora que Ian Gillan considera a maior voz feminina do rock; "ela arrasava!"
A excelente música que fez Megadeth ser única banda de Metal a ganhar prêmio nobre
O dia que Eddie Van Halen foi visitar David Coverdale e deu de cara com Jimmy Page
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar

Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
Resenha: "Hard-Fi" - Rosa Tattooada (2026)
Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida



