Dynahead: os caras chegaram ao ápice de sua carreira
Resenha - Chordata I - Dynahead
Por Junior Frascá
Postado em 28 de abril de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Uma das grandes bandas do atual cenário metálico nacional, os brasilienses do DYNAHEAD sempre buscaram uma sonoridade inovadora e intrincada, fugindo do lugar comum e sem se ater a nenhum estilo pré-fixado, ou criando barreiras para sua criatividade. E se os dois primeiros discos da banda já eram ótimos, agora os caras chegaram ao ápice de sua carreira, com esse fantástico "Chordata I", que acaba de ser lançado no mercado nacional via MS Metal Records.
Com uma produção excelente e moderna, a cargo do vocalista Caio Duarte, o disco é uma verdadeira aula de bom gosto e musicalidade, transitando com facilidade entre momentos bem calmos e ambientais com outros totalmente brutais e pesadíssimos de forma totalmente orgânica, de deixar até o ouvinte mais exigente de queixo caído.
O trabalho vocal de Caio também chega a impressionar, tamanha a facilidade com que transita entre vocalizações limpas e guturais, sempre de forma brilhante, sendo um dos grandes destaques do material, assim como as guitarras de Diogo e Pablo, com ótimos timbres e repletas de groove, criando riffs e solos marcantes em todo o decorrer da bolachinha.
A faixa "Abiogenisis", que abre o disco, já mostra toda a versatilidade da banda, com um começo bem leve e introspectivo, que logo desbanca para uma porradaria de dar inveja às bandas mais extremas do metal. E todas as demais faixas mantém essa toada competentíssima, com arranjos riquíssimos e muito bem estruturados, sem deixar o nível do trabalho baixar.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Há ainda durante toda a audição do disco diversos outros elementos a serem percebidos pelo ouvinte, e influências que vão do death metal ao jazz, passando pela música progressiva, mas sem nenhum momento soar forçado ou fora do contexto.
E a cada nova audição o ouvinte consegue descobrir novos elementos que tornam sua percepção das músicas ainda mais interessantes, sem que o mesmo se torne cansativo ou enjoativo.
Trata-se, pois, de uma verdadeira obra prima do metal nacional, sendo fortíssimo candidato a melhor disco de 2013, pois mesmo ainda estando no início ano, é notório que estamos diante de uma obra especial, muito acima da média do que o mercado metálico tem produzido atualmente. Altamente recomendado!
Chordata I - Dynahead
(2013 – MS Metal - Nacional)
Formação:
Caio Duarte - Vocais, bateria, teclados
Diego Teixeira - Baixo
Diogo Mafra - Guitarras
Pablo Vilela - Guitarras
Jorge Macarrão - Percussão (convidado)
1. Abiogenesis
2. Bred Patterns
3. Collective Skin
4. Dawn Mirrored in Me
5. Echoes of the Waves
6. Foster
7. Growing in Veins
8. Hallowed Engine
9. Inevitable
Outras resenhas de Chordata I - Dynahead
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Morre Clarence Carter, intérprete de música que virou hit em tradução do Titãs
A música sobre John Lennon que Paul McCartney ainda acha difícil cantar ao vivo
"Prefiro morrer a tocar com eles novamente": a banda que não se reunirá no Hall of Fame 2026
A banda com que ninguém suportava dividir estrada nos anos 70 - nem os próprios colegas de turnê
Jason Newsted não quer que "...And Justice For All" seja remixado
A música do Dream Theater que é a preferida de Herman Li, guitarrista do Dragonforce
Ivan Busic traz o melhor do blues no envolvente single "Let the Night Roll In"
A troca de afagos entre Kiko Loureiro e Angra nas redes sociais: "Agora eu quero mais"
A música "bobinha" dos Beatles que superou um clássico dos Beach Boys
A música que resume o que é o Red Hot Chili Peppers, de acordo com Flea
Os dois melhores álbuns dos anos 1970, segundo David Gilmour
"É um álbum maravilhoso": membro do Apocalyptica defende qualidade de "St. Anger"
A música mais "louca, progressiva e fora da curva" do Metallica, segundo Lars Ulrich
Quem é o 1º brasileiro na Calçada da Fama em Hollywood, que atuou com lendas do rock
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
O maior compositor de todos os tempos, segundo Nick Mason do Pink Floyd
O inesperado megahit de Zé Ramalho que Moonspell quer transformar em metal
Angus Young: quem é o Deus do Rock para o guitarrista do AC/DC?

"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Biohazard fez a espera de treze anos valer a pena ao retornar com "Divided We Fall"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível

