Matérias Mais Lidas

imagemRock in Rio: Pitty alfineta a produção do festival ao revelar qual seria sua exigência

imagemJanis Joplin: última gravação dela em vida foi feita para um Beatle

imagemAnitta é a maior roqueira que existe hoje no Brasil, diz integrante do Titãs

imagemSérgio Moro elege banda clássica de Rock como sua favorita

imagemBruce Dickinson revela qual é sua música preferida do Iron Maiden

imagemQuando Derico, do Programa do Jô, descobriu que Ian Anderson tocava tudo errado

imagemRock in Rio libera ingressos extras e novamente dia do metal é único que não esgota

imagemJoão Gordo compara anarcocapitalistas com quem acredita em terraplanismo

imagemRegis Tadeu expõe como Spotify e YouTube fazem falcatrua para fraudar views

imagemNergal diz que vocalista do Arch Enemy é mais corajosa do que muito metaleiro homem

imagemMegadeth divulga "Soldier On!", mais uma faixa do próximo disco; ouça aqui

imagemPrika diz que fez "tudo errado" na primeira turnê da Nervosa, mas aprendeu lição

imagemA reação de Jimi Hendrix ao assistir King Crimson ao vivo

imagemGeddy Lee e Alex Lifeson tocam clássica do Rush em evento nos EUA

imagemTommy Lee posta nude novamente, porém, em versão meio "Romero Britto"


Dream Theater 2022

My Dying Bride: um dos melhores discos de sua discografia

Resenha - A Map of all Our Failures - My Dying Bride

Por Junior Frascá
Em 25/11/12

Nota: 9

Como é do conhecimento da maioria dos fãs de música pesada, o doom metal é um estilo para poucos. A maioria das pessoas que procuram se aventurar por essa faceta da música sempre buscam por algo rápido e agressivo, que são os chamarizes do estilo. Mas, na contramão de tais características, o doom metal procura por algo mais arrastado, melancólico e erudito, mas não menos agressivo.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

E um dos maiores representantes do estilo, o MY DYING BRIDE, chega a seu 12º disco, "A Map of All Our Failures", que desde já pode ser considerado com um dos melhores discos de sua excelente discografia (se não for o melhor!).

Quem já está acostumado com o som destes ingleses já sabe o que esperar: guitarras pesadas, criando riffs obscuros, tétricos e marcantes, e ótimas harmonias; cozinha precisa e técnica, sem exageros; e vocalizações ora mais densas e agonizantes, ora mais agressivas, graças ao excelente trabalho de Aaron Stainthorpe, um dos melhores vocalistas do gênero.

Mas o que chama a atenção neste novo disco, logo na primeira audição, é que a banda pegou todos os excelentes elementos de sua musicalidade, e os potencializou ainda mais, criando faixas criativas e diversificadas, sem fugir de suas raízes.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Já na abertura, com a excelente "Kneel Till Doomsday", podemos perceber que os caras não estavam para brincadeira quando compuseram o material, com uma levada melancólica marcante, que logo dá lugar a um ritmo mais rápido, com forte influência de death metal.

E o disco segue assim até o seu final, com músicas longas, densas e muito legais, e que merecem ser ouvidas com a devida atenção, pois a cada nova audição é possível perceber novos e (belos) elementos. Mas não há como não citar o destaque absoluto para "A Tapestry Scorned", uma faixa tocante e sentimental, mas pesadíssima, que mostra bem toda a riqueza musical encontrada no som do MDB.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sem dúvida, "A Map of all Our Failures" é um dos grandes discos lançados em 2012, e junto com o novo do CANDLEMASS ocupa o topo de melhor disco de doom metal do ano. Se você é fã do estilo, é um daqueles discos que você não deve perder!

A Map of all Our Failures – My Dying Bride
(2012 – Importado)

Tracklist:
1. Kneel Till Doomsday
2. The Poorest Waltz
3. A Tapestry Scorned
4. Like a Perpetual Funeral
5. A Map of All Our Failures
6. Hail Odysseus
7. Within the Presence of Absence
8. Abandoned as Christ

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Stamp


publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Doom Metal: os dez trabalhos essenciais do estilo

Loudwire: os dez melhores álbuns de metal de 1995

Loudwire: as dez melhores bandas de Doom Metal da história

Fotos de Infância: Gene Simmons, do Kiss

Marilyn Manson: ele removeu costelas para praticar autofelação?


Sobre Junior Frascá

Junior Frascá, casado, é advogado, e apaixonado por heavy metal em todas as suas vertentes (em especial thrash, stoner, doom e power metal) desde seus 15 anos. Também é fã de filmes de terror e séries americanas, faz parte da equipe da revista digital Hell Divine e do site My Guitar, e é guitarrista da banda de metal tradicional MUD LAKE.

Mais matérias de Junior Frascá.