Deus Otiosus: segundo trabalho depois do "Murderer"

Resenha - Godless - Deus Otiosus

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Por Vitor Franceschini
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E os dinamarqueses do Deus Otiosus retornam com seu segundo trabalho depois de dois anos de divulgação do aclamado "Murderer". Ainda focando seu trabalho no Death Metal tradicional – felizmente - a banda mudou pouca coisa na sua sonoridade, mas que é notada já de início.

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"Goddless" traz uma produção menos densa e um tanto quanto rústica, porém ótima. A cargo de Tomas "Pede" Pedersen, as guitarras estão menos soturnas, mais ríspidas e os outros instrumentos estão mais na cara. Nada que comprometa o som da banda, aliás, nem é algo negativo, é simplesmente uma diferença.

Outra pequena mudança é em relação ao andamento das faixas. Apesar de não atingir níveis meteóricos de velocidade, as composições aqui estão levemente mais rápidas e diretas. Os riffs continuam mórbidos, mas um pouco mais enérgicos (se isso é possível). Os vocais de Anders Bo Rasmussen estão sonoramente mais soltos, e seus urros estão melhores como nunca.

Dentre as diversas qualidades, é interessante notar que as composições estão ímpares. Apesar das características serem as mesmas, você não nota semelhança em quase nenhum riff, linha de baixo ou bateria. Ouça Snakes Of The Law, a brutal Pest Grave e Cast From Heaven e vejam as linhas peculiares e únicas que cada uma possui.

Uma pequena dose de melodia também se faz presente, fato comprovado em In Harms Way. "Godless" é um trabalho que mostra que o Deus Otiosus está mais entrosado do que nunca e criando sua identidade. O disco não tem o impacto de "Murderer"? Por enquanto, porque a cada audição eu gosto mais desse trabalho.

http://www.deus-otiosus.com
http://www.facebook.com/deusotiosus.dk




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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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