Corpse Grinde: Novo álbum digno da história da banda
Resenha - Apocalyptic Terror - Corpse Grinde
Por Vitor Franceschini
Postado em 26 de fevereiro de 2012
Se existe uma banda que ralou para chegar aonde chegou (e merece muito mais) esta se chama Corpse Grinder. Sem jamais deixar se levar por espectros da moda musical, o grupo, que é oriundo de Machado/MG, retorna após 4 anos, com um disco de estúdio que mantém todas as características da banda aliadas a uma boa produção sonora e uma ótima embalagem em formato digipack.
O trabalho foi produzido por Telo e pela banda, no Pro Mix Studio, localizado em Alfenas/MG, e foi masterizado pelo renomado Ciero no Da Tribo Studio, em São Paulo. O resultado ficou na medida e não tirou o brilho do Death Metal old school praticado pela banda.
Os vocais monocórdios de Junior (também guitarrista) continuam sendo a linha de frente de um som que possui toda a essência do Metal extremo mineiro aliado à influência ‘sabbathica’ que a banda sempre possuiu. O Death Metal inglês na linha de Benediction e Bolt Thrower, também influencia, mas não deixa que as características próprias da banda fiquem por baixo de todo este trabalho.
A faixa título abre o disco em um clima fúnebre para depois soar odioso. Tudo através de um ótimo riff, simples e eficiente, que pulsa com a cozinha cheia de quebrada e um baixo vibrante. Com um início ainda mais funesto, The Evil Behind False Promises, demonstra a categoria da banda em variar ritmos e cultivar elementos do Doom Metal tradicional juntamente com a brutalidade que é típica do Death Metal.
Mostrando a veia cult que a banda possui, Hidden Cemetery possui um trabalho de guitarras que a banda cultivou durante toda sua carreira, com solos bases carregados de peso e clima denso. Alcholic Lust defende com unhas e dentes o Metal extremo mineiro, mostrando como se faz brutalidade pura e simples entre as montanhas das Gerais.
Um álbum digno do Corpse Grinder, com belos solos de guitarra, a cargo de Hélio, baixo pulsante, dominado por Flávio, e bateria que não prima apenas pela velocidade e sim pela variação, tocada por Kléber, além de um vocal cavernoso urrado pelo já citado Junior, como pedem os antigos moldes do Death Metal.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O ícone do heavy metal que foi traficante e andava armado no início da carreira
A banda de rock que Robert Smith odeia muito: "Eu desprezo tudo o que eles já fizeram"
Nirvana: "In Bloom" e o recado para quem canta sem entender a letra
O melhor álbum do AC/DC de todos os tempos, segundo Lars Ulrich do Metallica
A banda que vendeu mais de 100 milhões de discos, mas foi "humilhada" pelo Van Halen
O álbum dos anos 2000 que impressionou James Hetfield, do Metallica
O guitarrista que dividiu o palco com o Metallica - e não ficou feliz por isso
O clássico do Pink Floyd que nem David Gilmour consegue entender o significado
A única banda de hard rock que Keith Richards sempre elogiou: "Sempre impressionante"
Quem é Perry Mason, que dá nome a um dos grandes clássicos de Ozzy Osbourne
Os 5 discos de rock que Regis Tadeu coloca no topo; "não tem uma música ruim"
Palco de show histórico do Black Sabbath em SP passa por reforma e será modernizado para 2026
O cantor que Dave Grohl e Axl Rose colocam no topo da história do rock
A música dos Stones que Mick tinha dificuldade de cantar: "eu não acertava muito bem as notas"
Nervosismo, exaustão e acidente marcaram primeiro show oficial de Nick Menza com o Megadeth
Cinco levadas matadoras criadas por John Bonham, baterista do Led Zeppelin
Beatles: Quais as pessoas e objetos da capa do Sgt. Peppers?
A música nostálgica dos anos 2000 que passou 1 bilhão no Spotify e salvou banda do fracasso

Edguy - O Retorno de "Rocket Ride" e a "The Singles" questionam - fim da linha ou fim da pausa?
Com muito peso e groove, Malevolence estreia no Brasil com seu novo disco
Coldplay: Eles já não são uma banda de rock há muito tempo



