Corpse Grinde: Novo álbum digno da história da banda

Resenha - Apocalyptic Terror - Corpse Grinde

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Por Vitor Franceschini
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Se existe uma banda que ralou para chegar aonde chegou (e merece muito mais) esta se chama Corpse Grinder. Sem jamais deixar se levar por espectros da moda musical, o grupo, que é oriundo de Machado/MG, retorna após 4 anos, com um disco de estúdio que mantém todas as características da banda aliadas a uma boa produção sonora e uma ótima embalagem em formato digipack.
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O trabalho foi produzido por Telo e pela banda, no Pro Mix Studio, localizado em Alfenas/MG, e foi masterizado pelo renomado Ciero no Da Tribo Studio, em São Paulo. O resultado ficou na medida e não tirou o brilho do Death Metal old school praticado pela banda.

Os vocais monocórdios de Junior (também guitarrista) continuam sendo a linha de frente de um som que possui toda a essência do Metal extremo mineiro aliado à influência ‘sabbathica’ que a banda sempre possuiu. O Death Metal inglês na linha de Benediction e Bolt Thrower, também influencia, mas não deixa que as características próprias da banda fiquem por baixo de todo este trabalho.

A faixa título abre o disco em um clima fúnebre para depois soar odioso. Tudo através de um ótimo riff, simples e eficiente, que pulsa com a cozinha cheia de quebrada e um baixo vibrante. Com um início ainda mais funesto, The Evil Behind False Promises, demonstra a categoria da banda em variar ritmos e cultivar elementos do Doom Metal tradicional juntamente com a brutalidade que é típica do Death Metal.

Mostrando a veia cult que a banda possui, Hidden Cemetery possui um trabalho de guitarras que a banda cultivou durante toda sua carreira, com solos bases carregados de peso e clima denso. Alcholic Lust defende com unhas e dentes o Metal extremo mineiro, mostrando como se faz brutalidade pura e simples entre as montanhas das Gerais.

Um álbum digno do Corpse Grinder, com belos solos de guitarra, a cargo de Hélio, baixo pulsante, dominado por Flávio, e bateria que não prima apenas pela velocidade e sim pela variação, tocada por Kléber, além de um vocal cavernoso urrado pelo já citado Junior, como pedem os antigos moldes do Death Metal.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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