Die Apokalyptischen Reiter: Uma jornada de criatividade
Resenha - Licht - Die Apokalyptischen Reiter
Por José Antonio Alves
Postado em 13 de novembro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Avant-Garde, pitadas de Thrash, Folk e Death, mas na essência, o heavy metal. Esta pode ser uma aproximada classificação do que fazem os alemães do DIE APOKALYPTISCHEN REITER. Cantado inteiramente em alemão pelo carismático vocalista Fuchs, "Licht" é o sétimo lançamento da banda, que nos leva a uma jornada de criatividade característica destes alemães que, para quem conhece a discografia da banda, já não é surpresa.
Ao som da língua materna e com itens da tradição alemã, que legitima a referência ao folclore, atmosferas mais alegres e tristes transitam pelas faixas do disco. Um dos pontos fortes são os riffs e refrões empregados, adicionando-se também a competência vocal de Fuchs.
Os arranjos do álbum variam na maioria das faixas, sendo que temos peso e velocidade em faixas como "Es Wird Schlimmer" e "Wirsind das Licht", algo mais cadenciado como em "Der Elende" e até algo um pouco industrial (por incrível que pareça), como em "Adrenalin". Outras duas faixas que merecem destaque são "Heut’ Ist Der Tag" e a faixa bônus "Ich Suche", que mostram um lado mais heavy metal unido a uma bela canção com bons arranjos e refrão marcante, respectivamente.
O álbum segue esta diversidade nas outras músicas, mas mesmo assim, no final, ficamos com a impressão de que talvez tenha faltado um algo a mais, pois em termos de produção e originalidade não ficou devendo nada.
"Licht" não é álbum para ser obra-prima do metal, como também não é para ser menosprezado, afinal de contas é uma missão ingrata fazer um sucessor com qualidade semelhante ao ótimo "Riders On The Storm", de 2006.
A banda sem dúvida é mais um nome importante da Alemanha no que se diz respeito ao Heavy Metal, um nome que (apesar de ser de difícil pronúncia) tem tudo para logo mais lançar grandes álbuns se seguirem esta mescla de elementos com a competência que possuem.
Faixas:
1 - Es Wird Schlimmer
2 - Auf Die Liebe
3 - Wir Sind Das Licht
4 - Nach Der Ebbe
5 - Adrenalin
6 - Der Elende
7 - Heut´ Ist Der Tag
8 - Wir Hoffen
9 - Der Weg
10 - Ein Lichtlein
11 - Auferstehen Soll In Herrlichkeit
12 - Ich Suche (bônus)
13 - Adrenalin (Monstermix Version - bônus)
Formação:
Fuchs: vocal, guitarra
Lady Cat-Man: guitarra
Dr. Pest: teclado
Volk-Man: baixo
Sir G: bateria
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
Anika Nilles conta como se adaptou ao estilo de Neil Peart no Rush
Dave Mustaine afirma que setlists dos shows do Megadeth são decididos em equipe
A banda portuguesa com o melhor álbum de 2026 até agora, segundo Milton Mendonça
As três bandas de prog que mudaram para sobreviver ao punk, segundo o Ultimate Guitar
A frase profética (e triste) dita por Bon Scott após show no lendário CBGB
A música que o Helloween resgatou após mais de 20 anos sem tocar ao vivo
A música "fundamental" que mostrou ao Metallica que a simplicidade funciona
Andreas Kisser fala sobre planos para o pós-Sepultura e novo EP
Led Zeppelin: as 20 melhores músicas da banda em um ranking autoral comentado
Os artistas que passaram toda carreira sem fazer um único show, segundo Regis Tadeu
AC/DC nos anos 70 impressionou Joe Perry e Eddie Van Halen: "Destruíam o lugar"
As músicas "melancólicas" e "épicas" que inspiraram "Fade to Black", do Metallica
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
Roland Grapow traz ao Brasil show celebrando 30 anos de clássico do Helloween
Lista: 18 bandas de rock e metal que nunca mudaram sua formação
O álbum de Thrash que mostrou para Andreas Kisser que era possível fazer "mais com menos"
Os dois erros do "Sgt. Peppers" dos Beatles; "não faria sentido hoje", disse George Martin

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



