Evile: Riffs continuam sendo o carro chefe do som da banda
Resenha - Five Serpent's Teeth - Evile
Por Junior Frascá
Postado em 29 de outubro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Matador! Esse é o primeira palavra que vem à cabeça após escutarmos este excelente terceiro trabalho dos americanos do EVILE, outra das grandes novas bandas de thrash metal da atualidade e que, com esse lançamento, mostra o porque de tantos excelentes comentários sobre seus trabalhos.
Os dois primeiros registros da banda foram um pouco diferentes: "Enter the Grave" (2007) foi um pouco mais agressivo e direto, remetendo aos primórdios do thrash americano, enquanto "Infected Nation" (2009) foi um pouco mais trabalhado, com músicas mais introspectivas e complexas, e muitos fãs reclamaram dessa nova tendência da banda. Mas a verdade é que ambos os registros foram excelentes, e demonstraram todo o potencial desses ingleses.
E neste novo lançamento, podemos constatar logo nas primeiras audições que se trata de uma junção dos seus dois primeiros registro, sendo que não deixaram de lado os elementos mais trabalhados, mas o som está mais direto que seu antecessor. Não é uma volta à sonoridade do excelente primeiro registro da banda, mas é uma tentativa de criarem um estilo próprio, com faixas ora mais rápidas e agressivas, ora mais cadenciadas e pesadas, evoluindo sobremaneira seu som.
Os riffs continuam sendo o carro chefe do som da banda, cada vez mais agressivos e técnicos, como o estilo exige, além de solos muito virtuosos, a cargo de Old Drake. Os vocais de Matt Drake (também guitarrista base)estão muito legais, ainda trazendo forte influência de James Hetfield. Alias, este novo registro do EVILE lembra bastante o tipo de som que o METALLICA fez em "And Justice for All", além de alguns elementos que remetem ao som atual do EXODUS, principalmente nas guitarras.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Faixas como "In Dreams of Terror" (bem rápida e agressiva, com riffs espetaculares), "Cult" (mais cadenciada, e lembrando bastante METALLICA), "Xaraya" (com muito groove, lembrando alguma coisa de PANTERA); e "Descent Into Madness" são os grandes destaques do disco, e mostram esta tendência do álbum. "In Memorian" é um pouco estranha, lembrando muito algumas baladas do METALLICA (mas sem a mesma criatividade destas), mas nada que retire o brilho do trabalho.
A qualidade de gravação também é muito boa, assim como a arte gráfica, que é mais um trabalho do genial Gustavo Sazes.
Portanto, como dito, a banda não retornou completamente ao estilo de seu primeiro registro, mas a evolução em seu som é latente, e conseguiram lançar um material excelente, que deverá agradar tanto os fãs de um thrash metal mais trabalhado e diversificado, como mais tradicional.
Confiram o clipe da excelente "Cult":
Five Serpent's Teeth - Evile
(2011 – Earache Records - 2011)
01. Five Serpent's Teeth
02. In Dreams of Terror
03. Cult
04. Eternal Empire
05. Xaraya
06. Origin of Oblivion
07. Centurion
08. In Memoriam
09. Descent Into Madness
10. Long Live New Flesh
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
A banda que o Cream odiava: "Sempre foram uma porcaria e nunca serão outra coisa"
Atual guitarrista considera "Smoke on the Water" a música mais difícil do Deep Purple
A condição imposta por Ritchie Blackmore para voltar aos palcos
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
A música "pop genérica" de um disco clássico do Jethro Tull que incomoda Ian Anderson
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
Scott Ian explica significado de "It's for the Kids", nova música do Anthrax
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
O músico que apagou as fitas do próprio álbum após a morte de Kurt Cobain
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
Megadeth, Pepeu Gomes e a mania do internauta achar que sabe de tudo
A morte de Chico Science e as dúvidas que ainda cercam o acidente, segundo Júlio Ettore
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
O comentário do genial Gonzaguinha sobre o estilo de escrever letras de Renato Russo
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A pior canção dos Beatles, de acordo com John Lennon; "Sempre odiei essa música!"

"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Biohazard fez a espera de treze anos valer a pena ao retornar com "Divided We Fall"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível

