Dominanz: Um debut que prima pela consistência
Resenha - As I Shine - Dominanz
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 12 de outubro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Dominanz pode ser considerado o sucessor do Cult Of Deception, que iniciou suas atividades na Noruega de 2006 como um projeto capitaneado pelo vocalista Roy Nordaas (Ofryskje). Mas a coisa passou a se desenvolver mesmo com a entrada do baterista Frode Gaustad (Thy Grief) e do guitarrista Jørn Tunsberg (Hades Almight – e também um conhecido piromaníaco condenado por torrar igrejas em seu país). O resultado foi a mudança para o nome de batismo atual e a estreia com "As I Shine".
E, apesar do passado Black Metal de cada um de seus integrantes, a proposta do Dominanz possui uma abordagem bem distinta. A ideia é elaborar Heavy Metal com influências góticas e, principalmente, vários elementos modernóides que o aproxima do industrial; e tudo é tão obscuro que chega a ser intrigante e contraditório um título como "As I Shine"...
Certamente esta é uma proposta que racha muitas opiniões mundo afora, mas a experiência do trio consegue incutir uma variedade vocal e instrumental – as guitarras são muito eficazes! – em uma seleção de boas faixas que primam pelo espesso sentimento de opressão. Ainda que "The End Of All There Is" seja um resumo de praticamente tudo o que o disco oferece, há outros destaques importantes como a inspiradora abertura "Infinity" (e que também conta com eventuais vozes femininas), a incisiva "Agony And Domination" e a mais melódica "Last Day Of Your Life".
Por aproximação estética, o Dominaz fez de "As I Shine" um híbrido tão lamacento que encontrará seus maiores fãs entre o público que aprecia o trabalho de bandas sci-fi como o The Kovenant, Shade Empire ou o extravagante Deathstars. Pode conferir, pois este é um debut que prima pela consistência de cada uma de suas canções!
Contato:
http://www.dominanz.no/
http://www.myspace.com/dominanzofficial
Formação:
Roy Nordaas - voz, baixo, guitarra e sintetizadores
Jørn Tunsberg - guitarra
Frode Gaustad - bateria
Dominanz - As I Shine
(2011 / Industrial Silence Production - importado)
01. Infinity
02. Agony And Domination
03. As I Shine
04. Eternal Sin
05. Abusos
06. The Philanthropic
07. Last Day Of Your Life
08. Man On Top
09. From Skin to Heart
10. The End Of All There Is
Coloque WHIPLASH.NET entre suas fontes favoritas do Google
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
Por que Lemmy Kilmister não gostava de "Ace of Spades", música mais famosa do Motörhead
O álbum favorito de Angus Young da fase do AC/DC com Bon Scott
Seis anos após último show com o Aerosmith, baterista Joey Kramer reaparece
Houve material gravado para 3º álbum do Judas Priest com Ripper Owens? Ele explica
Amy Lee defende que união entre mulheres no metal não dispensa talento
O álbum dos anos setenta que Slash disse ter marcado "o fim do rock como nós conhecíamos"
Bruce Dickinson lamenta ter perdido "metade da vida" dos filhos
A canção dos anos 50 que Robert Plant considera a base do rock pesado
Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"
Os 11 maiores solos com pedal wah da história do rock e metal, segundo a Loudwire
Silenoz diz que ex-membros "pegaram carona" no nome do Dimmu Borgir
As 30 maiores músicas da história do Heavy Metal, segundo o site WatchMojo
Por que Coca-Cola não contestou arte do primeiro disco do Judas Priest, segundo K.K. Downing
O truque dos sertanejos que ajudou o Pearl Jam e é desprezado pelo Metal brasileiro


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



