Adelitas Way: Post-grunge nada inovador mas legal

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Por Alexandre Fernandes
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Nota: 7

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


O post-grunge, conhecido também como metal alternativo, rock alternativo, ou algo assim, nunca foi dos gêneros mais bem vistos pela crítica musical em geral, principalmente depois do boom posterior a bandas como Creed e Nickelback – e suas milhares de cópias de gosto e qualidade duvidosos.
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Particularmente, sempre gostei de algumas bandas dentro desse gênero, mesmo sabendo que a originalidade jamais foi o seu forte.

O Adelitas Way, jovem quinteto norte-americano, lança em 2011 seu 2º full length, que segue pelos mesmos caminhos do 1º, e da esmagadora maioria dos grupos deste nicho musical: eles fazem um hard rock, que em momentos mais pesados flerta com o heavy metal, e em momentos mais leves passeia pelo pop rock.

O som dos caras parece ser bem honesto, embora nada inovador e criativo. Ele sabem a fórmula do sucesso, e a usam bem. O que temos são bons riffs, uma cozinha simples, e um bom vocalista, além daquelas conhecidas letras sobre perdas e ganhos dentro do amor – o que atinge em cheio o público alvo deles – tudo temperado com uma boa produção, bem moderna, também ao gosto do cliente.

Do último trabalho deles pra cá, pouca coisa mudou: saiu um guitarrista, entrou outro que deu continuidade aos serviços prestados – muito embora, eu tenha sentido uma falta enorme dos (bons) solos do play anterior.

O CD todo é bem coeso, bem regular, não decai de qualidade em momento nenhum, ao mesmo tempo que não tem um destaque absurdo. Temos canções aqui com grande potencial radiofônico como o single “Sick” e as boas baladas “Alive” e “Good Enough”, embora os momentos mais pesados da banda como em “The Collapse” e “Cage The Beast” sejam tão interessantes quanto. Vale ainda falar de “Move”, que tem um solo que me lembrou muito Tom Morello (Rage Against The Machine, Audioslave), e “Hurt”, que grudou em minha cabeça por um bom tempo.

Vale a pena deixar um pouco de lado os preconceitos e dar uma chance aos caras. E também vale a pena os próprios caras deixarem de lado essa previsibilidade quase inerente ao gênero que eles seguem, e se darem mais liberdade, pois isso lhes faria muito bem.

Track list:
01 – The Collapse
02 – Sick
03 – Alive
04 – Criticize
05 – Good Enough
06 – Cage The Beast
07 – I Can Tell
08 – Somebody Wishes They Were You
09 – Move
10 – I Wanna Be
11 – Hurt

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Sobre Alexandre Fernandes

De cabeça no mundo do rock há 7 anos, este jovem funcionário público, estudante de Comunicação Social (Jornalismo), busca contribuir à sua maneira com algo que gosta, resenhando, fazendo matérias e reportagens sobre o mundo da música pesada em geral. Fã de Death Metal/Grindcore à Metal Alternativo, não se priva de nada por causa de rótulos. Assim tem sido por esses 25 anos.

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