Norther: Mais melódico, menos rápido e técnico
Resenha - Circle Regenerated - Norther
Por Renato Spacek
Postado em 12 de maio de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Petri Lindroos fará muita falta? Essa era a pergunta que não calava para todos os fãs do Norther, pois desde sua saída, em 2009, a banda não lançou nada. Aliás, o mais perto disso foi o single "Break Myself Away" do disco que viria a ser lançado pouco tempo depois, Circle Regenerated, mas independente disso, com uma música não podemos ter uma noção direta de uma mudança drástica na banda como ocorreu com o Norther.

O Norther nunca foi um grupo focado em técnica, pois podemos descrever seu som basicamente como 'um Power Metal veloz e simplório com vocais guturais e ênfase nos teclados', mas com a saída de Petri Lindroos, esse conceito precisa ser revisto, devido à mudanças um tanto significativas. A banda não está mais tão rápida, os ritmos diminuíram a velocidade de uma maneira bem notável. Os teclados melódicos deram espaço para teclados mais discretos, em certas horas orquestrados.
Também podemos citar a grande mudança nas guitarras, que passaram de riffs velozes, cavalgados e afabados para riffs melódicos e agudos, com menos peso. Aliás, vale ressaltar que a banda está extremamente mais melódica do que antigamente, isso é bem perceptível desde os riffs até os solos e as harmonias. E em relação à técnica, o Norther nunca focou muito em técnica, mas isso mudou no Circle Regenerated, onde além de muito mais melódica a banda também dá bastante atenção para a técnica. E um ponto que pra mim soou totalmente negativo, foi o acréscimo de vocais limpos que fogem totalmente da proposta e do som da banda.
Podemos dizer que o Norther progrediu e amadureceu um pouco, e que a saída do Petri Lindroos pode deixar opiniões bem divididas sobre isso, pois o músico sempre levou o Norther para um caminho mais Power, simples e veloz, já agora é o oposto, muito mais melódico, menos rápido e técnico. O Norther sofreu uma mudança bem perceptível, mas que no fundo, mantém sua essência de anos atrás.
1. Through It All - 03:46
2. The Hate I Bear - 04:07
3. Truth - 04:04
4. Some Day - 04:49
5. Break Myself Away - 04:06
6. Believe - 04:23
7. Falling - 04:22
8. We Do Not Care - 04:16
9. The Last Time - 04:17
10. Closing In - 05:49
Aleksi Sihvonen - Harsh Vocals
Kristian Ranta - Guitars, Clean Vocals
Daniel Freyberg - Guitars, Backing Vocals
Jukka Koskinen - Bass, Backing Vocals
Tuomas Planman - Keyboards, Programming
Heikki Saari - Drums
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A saga de Christopher Lee no Heavy Metal
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant acha difícil cantar até hoje
Prestes a completar 80 anos, baterista Chris Slade (AC/DC, The Firm) anuncia aposentadoria
Falece Barry Mitchell, ex-baixista do Queen
A música dos Beatles que Paul McCartney considerava tão esquecível que mal lembrava dela
A grande banda que Liam Gallagher preferiria "comer minha própria m*rda" a ir a um show deles
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
Roger Waters explica por que o Pink Floyd descartou participação de Paul McCartney no "Dark Side"
O lendário baterista com quem Keith Richards odiou tocar: "Não tocava p*rra nenhuma!"
A canção amaldiçoada do The Who que Roger Daltrey nunca mais vai cantar
Marcelo Adnet realmente ajudou a acabar com o rock no Brasil?
Após mais de seis décadas, The Hollies anuncia fim das atividades
A opinião de Regis Tadeu sobre o show do Manowar em que fãs queimaram camisas
A canção de Neil Young que deixa Roger Waters praticamente sem palavras
Rob Zombie lança videoclipe para a faixa "Black Rat Coffin"
Fotos de Infância: Kurt Cobain, do Nirvana
A canção do ZZ Top que, para Mark Knopfler, resume "o que importa" na música
O álbum do Iron Maiden que James Hetfield, do Metallica, usou para aprender a tocar


Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



