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Black Sabbath: O primeiro sucesso de 2 milhões de cópias

Resenha - Master of Reality - Black Sabbath

Por Pedro Zambarda de Araújo
Postado em 03 de maio de 2011

Soe pesado, algumas vezes rápido e algumas vezes com certa lentidão. Coloque algumas baladas para fazer o ouvinte respirar sua musicalidade. Não faça músicas que ultrapassem seis minutos. Este é o Black Sabbath em "Master of Reality", álbum que estreou em julho de 1971. Fará 40 anos no mesmo mês deste ano.

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O material foi responsável por jogar a banda no oitavo lugar das paradas britânicas e o quinto nos Estados Unidos. Conseguiu nota máxima no Allmusic, reconhecidamente por fazer canções acessíveis mesmo com todo o peso e seus temas sombrios. O primeiro encarte do vinil era curioso: Era todo preto, com as palavras Black Sabbath na cor roxa. A palavra Master of Reality era visualizável apenas por seus contornos e as letras eram onduladas. No CD, o nome do álbum foi colorido de cinza.

Lester Bangs, notório crítico da Rolling Stone, disse que o Sabbath não cresceu nesse material como fizeram os proto-punks do MC5. Se ele estava certo, não dá pra saber, mas que o quarteto liderado por Ozzy Osbourne acertou em criar um material curto e saboroso para o ouvinte é um fato reconhecido em dois milhões de cópias vendidas.

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"Sweet Leaf" abre o CD com a tosse de Geezer Butler ao usar maconha, jogando, de cara, o tema das drogas, que é uma temática tão cotidiana e polêmica quanto a letra de "Paranoid". No entanto, os assuntos sombrios não iam ficar de fora do CD. Apesar da mensagem cristã de Geezer sobre salvação, "After Forever" já mostra que a religião volta a ser uma abordagem comum para o novo material da banda.

Tony Iommi reduziu três semitons da afinação de sua guitarra e toca de maneira mais suja e obscura nesse CD, acompanhado pelo mesmo ajuste no contrabaixo de Geezer Butler. "Embryo" é uma pequena peça instrumental que antecede Children of the Grave, uma das músicas que mais mostra o ritmo forte de Bill Ward na bateria. Falando sobre inocentes que se voltam contra as guerras, como em "War Pigs", a letra faz uma alegoria da situação com crianças que são enterradas vivas.

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Iommi não fica satisfeito e, dessa vez, ataca em uma peça acústica com ares de música erudita. "Orchid" é outra das criações do guitarrista antes da fabulosa "Lord of This World". Mais travada, a música retoma os temas demoníacos sobre possessão de pessoas inocentes, como as letras do primeiro álbum, "Black Sabbath".

Em uma letra inovadora para a banda, "Solitude" abandona a sujeira das guitarras e os berros de Ozzy Osbourne para falar, serenamente, sobre solidão. Para fechar o material, sem tons cinzentos e mornos, "Into The Void" fala sobre poluição e sobre o homem se matando com suas criações, rodeado por fraseados bem pesados do instrumental do grupo de heavy metal.

Um disco direto, sujo e curto, mas com variações. Este é o "Master of Reality" do Sabbath.


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Sobre Pedro Zambarda de Araújo

Nascido em 1989. Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, Pedro foi apresentado ao heavy metal através da banda Blind Guardian, em meados de 2004. Ouve e aprecia outros estilos do rock, como o punk, o indie e vertentes mais variadas. Gosta de assistir e cobrir shows.Toca muito mal guitarra, mas aprecia vários tipos de instrumentos musicais.
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