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Bangers Open Air

Bonfire: comemorando em grande estilo aniversário da banda

Resenha - Branded - Bonfire

Por
Postado em 04 de fevereiro de 2011

Nota: 8 starstarstarstarstarstarstarstar

Após o modesto, para os padrões do BONFIRE, "The Rauber", as atenções se voltam para "Branded", álbum lançado em 2011 pelos alemães. Esperando uma volta ao hard rock mais sincero de "Double X", o grupo surpreende conseguindo, além de retomar o seu som mais tradicional, tirar o que de melhor produziram nos dois mencionados trabalhos anteriores.

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"Deadly Contradition" abre o disco com o clássico estilo do BONFIRE. Há uma boa dose de peso e a boa voz de Claus, que domina muito bem a faixa que, bem trabalhada, apresenta um refrão mais ameno, muito bem encaixado. Para quem possa achar que a banda começa fugindo do hard rock, segue "Just Follow The Rainbow", candidata a hino da banda. A reflexiva "Save Me" tem ótimas guitarras, mas contém linhas vocais muito simples, em relação às duas anteriores. "Let It Grow" segue com bom trabalho nas cordas, mas investe em um andamento mais lento, ainda que sem aquele clima de romantismo. Os backings são muito bem construídos, engrandecendo bem o refrão da música.

"Better Days", por outro lado, é uma faixa um pouco estranha e que, se ouvida isoladamente, não remete facilmente ao BONFIRE. As guitarras criam uma base cíclica e bem incomum ao hard rock. O refrão é extremamente repetitivo e não combina muito com a voz de Claus. Ainda nessa tendência, "Do Or Die" também é cheia de variações, mas flerta mais claramente com várias vertentes do metal, tanto pela velocidade e pelo peso como pelo arranjo refinado, orquestrado. O resultado acaba sendo, portanto, muito melhor que na antecessora. "Close To The Edge" retorna a algo mais próximo ao que o BONFIRE é acostumado a fazer, mesmo mantendo as guitarras ainda um pouco desconexas. Oferece também um ritmo mais lento, porém intenso, com boas viradas de bateria e uma bela contribuição do baixo.

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"Crazy", por sua vez, é a faixa que sacia todas as expectativas em relação ao BONFIRE, concretizando exatamente o exposto na introdução desta resenha, além de ser uma canção animada e aparentemente menos séria que as demais. "Loser’s Lane" mostra novamente uma banda muito sincronizada, além de exibir timbres mais modernos de guitarra. Consegue também se posicionar de forma muito interessante entre o divertido e a seriedade desses veteranos. A parte das inéditas é encerrada com a balada "Hold Me Now", que só peca por não usar toda a potência de Claus.

Versões atuais e acústicas de "I Need You" e "Rivers Of Glory" encerram muito bem o maduro "Branded", que certamente recupera umas das grandes bandas de hard rock da Alemanha. Uma pena que o BONFIRE sempre esteve num segundo escalão em termos de sucesso, o que não se deve por sua competência, mas talvez por sua falta de apelo mercadológico. Mesmo com isso, o BONFIRE possui uma base sólida de fãs que reconhecerá "Branded" como um trabalho a altura das comemorações de 25 anos da banda, ainda que com algumas faixas destoando desse ótimo trabalho - o que parafraseia sua carreira. Apesar dessas oscilações, impressionante mesmo é a bela carreira do conjunto, ao qual desejo ainda muitos anos de estrada!

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Integrantes:
Claus Lessmann - vocais, backings, guitarras, baixo
Hans Ziller - guitarras, talkbox, backings
Chris "Yps" Limburg - guitarras
Uwe Köhler - baixo, backings
Dominik Huelshorst - bateria, percussão

Faixas:
01 - Deadly Contradiction
02 - Just Follow The Rainbow
03 - Save Me
04 - Let It Grow
05 - Better Days
06 - Do Or Die
07 - Close To The Edge
08 - Crazy
09 - Loser's Lane
10 - Hold Me Now
11 - I Need You (2011)
12 - Rivers Of Glory (2011)

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Sobre Felipe Kahan Bonato

Felipe Kahan Bonato: Nascido em 88, há mais de 10 anos - por enquanto - escuta praticamente qualquer subgênero de rock e metal, explorando principalmente bandas mais desconhecidas. Teve contato tardio com a guitarra, seu instrumento preferido, optando então em seguir a carreira de Engenheiro de Produção e em contribuir esporadicamente com resenhas no Whiplash.
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