Inmoria: classe que só o power europeu pode proporcionar
Resenha - Invisible Wounds - Inmoria
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 20 de julho de 2009
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Inmoria foi formado em 2008, mas seus músicos estão longe de serem novatos no mundo da música. Muitos dos leitores com certeza se lembram dos grupos suecos Tad Morose e Morgana Lefay, que lançaram excelentes álbuns, e vários deles inclusive chegaram ao mercado brasileiro. Pois bem, o Inmoria é o projeto resultante da união de forças destes dois conjuntos.

Ainda que estivesse afastado do cenário há mais de 10 anos, foi o baterista Peter Moren (Tad Morose) quem deu início às composições deste álbum. E considerou o resultado tão satisfatório que rapidamente chamou seus ex-companheiros de banda para dar início às gravações, sendo prontamente atendido por Christer Andersson (guitarra) e Danne Eriksson (teclados), além de Henke Westin (baixo, Blazing Skies, Korp). Por fim, a escolha do vocalista recaiu sobre Charles Rytkönen (Morgana Lefay).
"Invisible Wounds" possui toda a classe que somente o Power Metal europeu pode proporcionar, com riffs impiedosos e teclados com a importante função de garantir uma forte carga dramática, sinfônica e obscura às canções. E toda a depressiva pompa atinge proporções ainda maiores pelo uso freqüente de vozes femininas – nada de gótico, ok? – ao longo de todo o repertório.
O disco tende a adquirir um tom mais tradicional, mas, em oposição a esta faceta, os suecos flertaram com alguns sons eletrônicos e industriais em inúmeras ocasiões. E o resultado geral é extremamente positivo, com melodias não muito complicadas, onde a penetrante e agonizante voz de Rytkönen consegue novamente atrair boa parte das atenções.
E, ainda que várias composições sigam por caminhos semelhantes, tudo funciona muito bem, mantendo-se altamente enérgico e poderoso, coisa típica de veteranos. Assim, entre o convencional e o moderno, o Inmoria fez de "Invisible Wounds" uma estréia de respeito, e totalmente indicado a quem aprecia Tad Morose, Morgana Lefay, Nevermore, Savatage e similares. Pode conferir!
Formação:
Charles Rytkönen - voz
Christer Andersson - guitarra
Danne Eriksson - teclados
Henke Westin - baixo
Peter Moren - bateria
Inmoria - Invisible Wounds
(2009 / Massacre Records – importado)
01. Come Insanity
02. Alone
03. Fantasy
04. As I Die
05. Misery
06. Circle Of Memories
07. Haunting Shadows
08. Will To Live
09. The Other Side
10. I Close My Eyes
Homepage: www.inmoria.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Michael Amott diz que nova vocalista do Arch Enemy marca um passo importante
Arch Enemy revela identidade da nova vocalista e lança single "To the Last Breath"
Lauren Hart no Arch Enemy? Nome da vocalista explode nos bastidores; confira o currículo
Journey convidou Steve Perry para a turnê de despedida
Regis Tadeu atualiza situação de Dave Murray: "Tenho fonte próxima do Iron Maiden"
Grade de atrações do Bangers Open Air 2026 é divulgada
Accept anuncia primeiras datas da turnê celebrando 50 anos de carreira
As melhores músicas românticas de 11 grandes bandas de metal, segundo o Loudwire
Sonata Arctica confirma dois shows no Brasil em outubro
O festival que "deu um pau" em Woodstock, conforme Grace Slick
A melhor música do último disco do Megadeth, segundo o Loudwire
Nevermore divulga primeira audição feita por Berzan Önen
José Norberto Flesch crava quem será a nova vocalista do Arch Enemy em seu perfil no X
Os discos do Slipknot e do SOAD que fizeram o Metallica repensar os seus próprios álbuns
Elton John elege a maior canção de rock de todos os tempos; "não há nada melhor que isso"
A música mais difícil do Slipknot para Eloy Casagrande: "tive que meter a bota no bumbo"
Empolgado, John Bonham mostrou para Geezer Butler música que viraria sucesso do Led Zeppelin
Wacken nunca acontecerá no Brasil por causa de condição bizarra imposta por donos


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias



