Hammerfall: novas tendências de uma banda que surpreende
Resenha - No Sacrifice, No Victory - Hammerfall
Por Diego Camara
Postado em 11 de março de 2009
Eu realmente não minto que espero demais de uma banda como o Hammerfall. Uma banda de qualidade da nova geração, particularmente uma que me traz grande gosto em ouvir. Dos últimos álbuns eu sempre trago algo de especial, e o último deles, "Threshold" (2006), continua muito bem visto em minha playlist. Mas eu, como um grande fã do som destes suecos, esperava muito mais de "No Sacrifice, No Victory", e felizmente acho que as minhas expectativas foram totalmente alcançadas.
Hammerfall - Mais Novidades
Nestes tempos onde o Metal alcançou toda uma modernidade e complexidade gigantescas, as bandas que realmente estão fazendo sucesso no cenário (fora obviamente os grandes medalhões da década de 80) são as que conseguem resumir todo seu potencial a um uso cada vez maior dos elementos do Metal. Se você procura hoje em "No Sacrifice, No Victory" toda uma fusão de elementos, tanto nas letras quanto nos sons, você sem dúvidas está no lugar certo.
O álbum merece destaque e já mostrou para o que veio no videoclipe de "Any Means Necessary" a música que abre o álbum e mostra um som bem característico da banda, mas com uma atmosfera de início mais misteriosa, que pode assustar um pouco os fãs do Power Metal, mas não deixa a desejar e nem marca o álbum como um todo.
O velho som do Hammerfall pode ser encontrado nas ótimas músicas "No Sacrifice, No Victory", "Punish and Enslave", "Hallowed be My Name", "One of a Kind" e "Bring the Hammer Down". Nelas está o tema que fez a história da banda unido a um som forte que caminha entre o Power Metal e o Heavy Metal, já característicos da banda e muito bem marcados deste o primeiro álbum, mantendo o espírito da banda "and let the hammer fall!".
"Between two Worlds" também merece destaque. Adição de uma bela entrada de órgão e com influências mais sinfônicas, a balada traz uma bela crítica social, algo também novo no estilo do Hammerfall, que começa aos poucos fugir apenas de sua temática de batalhas e buscar novas possibilidades.
Ares novos que também podem ser vistos na ótima "Life is Now", de uma batida bastante positiva e com um refrão daqueles que realmente grudam e chamam a atenção dos ouvintes para uma mensagem de superação em seu refrão, ao melhor estilo HELLOWEEN.
O álbum fecha com o cover "My Sharona", um clássico do THE KNACK, cantado em um estilo Hard Rock para ninguém botar defeito, música que irá chamar a atenção dos amantes dos clássicos e que mostra um possível novo viés para os metaleiros suecos, que incorporaram em "No Sacrifice, No Victory" o Power Metal épico do HAMMERFALL, mas sempre escapando e mostrando novas tendências de uma banda que cada dia surpreende mais no cenário.
Coloque WHIPLASH.NET entre suas fontes favoritas do Google
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
As 5 melhores músicas do Black Sabbath de todos os tempos, segundo Geezer Butler
O filme com a melhor trilha sonora de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
As 25 melhores músicas do Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
As três capas que enganaram Gastão: "Achei que era metal, mas era outra coisa"
Metallica faz doação para vítimas de terremotos na Venezuela
A música mais idiota da carreira do Megadeth, na opinião de Dave Mustaine
O vocalista contestado que mudou os rumos de uma das maiores bandas da história do metal
A canção dos anos 50 que Robert Plant considera a base do rock pesado
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
Por que Lemmy Kilmister não gostava de "Ace of Spades", música mais famosa do Motörhead
A música do Gojira que Joe Duplantier não entende por que faz tanto sucesso
Linkin Park: 20 coisas que você não sabe sobre a banda
Stephen King e sua canção favorita dos Beatles; "Ainda soa totalmente fresca quando ouço hoje"
Capital Inicial: cinco músicas que foram escritas por Pit Passarell, do Viper


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



