Chthonic: Black Metal sinfônico com hype justificado

Resenha - Seediq Bale - Chthonic

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Por Ricardo Seelig
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Nota: 8


Os taiwaneses do Chthonic vem sendo apontados frequentemente como uma das sensações da nova geração do metal extremo. O grupo, formado em 1995, realmente possui atrativos interessantes em sua música, fato que, somado ao apadrinhamento de Ozzy Osbourne (que os colocou para tocar no Ozzfest, transformando-os na primeira banda vinda do oriente a tocar no festival), explica a razão de tanto hype.

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A música do Chthonic é um black metal sinfônico, com influências claras dos noruegueses do Dimmu Borgir, explorando sonoridades bastante ricas e repletas de detalhes que, somadas ao uso de instrumentos e melodias típicas de seus país de origem, resultam em uma muralha sonora ímpar.

Liricamente, as letras exploram os mitos, lendas e histórias de Taiwan, um tema misterioso e muito atrativo para nós, ocidentais, que, apesar de vivermos em um mundo onde todo mundo adora dizer que "não possui fronteiras", pouco sabemos da vida e da rica cultura das nações asiáticas, só para ficar em um exemplo.

O pacote étnico fecha com o uso de corpse paint elaborada a partir de símbolos próprios de Taiwan, gerando um visual muito diferente daquele que estamos condicionados a ver no metal extremo, realçando ainda mais o ar misterioso da banda.

Gostei bastante de todas as faixas, que cativam o ouvinte através de arranjos muito bem feitos, mostrando que, além de tudo, a banda tem talento e conhece muito o caminho que está pisando.

"Seediq Bale" é um trabalho diferenciado, de uma banda única. O hype é justificado, ouça sem medo.

Faixas:
1. Progeny Of Rindax Tasing
2. Indigenous Laceration
3. Enthrone
4. Bloddy Gaya Fulfilled
5. The Gods Weep
6. Where The Utux Ancestors Wait
7. Exultant Suicide
8. Banished Into Death
9. Quasi Putrefaction


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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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