Resenha - God That Never Was - Dismember
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 12 de fevereiro de 2007
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O sueco Dismember está "atingindo a maioridade". São 18 anos de existência batalhando em prol da música extrema com tanta garra e honestidade que chegaram ao status de lenda no underground mundial, além de ser uma das mais citadas referências dentro do Death Metal. E para comemorar este aniversário, o conjunto está lançando seu sétimo álbum, "The God That Never Was", que une as características marcantes do estilo à sede por diversificação e novos caminhos, que tantos artistas receiam em trilhar.

E este é um registro vencedor! Além de apresentar todos os elementos clássicos do gênero – vocalizações agressivas, instrumentais rápidos e crus – algo que chama muito a atenção em "The God That Never Was" são as guitarras e seus fascinantes arranjos melódicos, típicos do metal tradicional oitentista, que foram incorporados a algumas das canções e tornaram-nas por demais pegajosas. E, detalhe importante: praticamente não houve detrimento do furor que é a marca registrada tão importante no estilo.
Exemplos desta interessante simbiose podem ser conferidos em "Time Heals Nothing", "Where No Ghost Is Holy" e a imbatível instrumental "Phantoms (Of The Oath)", dona de criativas estruturas diversificadas, magníficos solos e até alguns fraseados típicos do Iron Maiden. A verdade é que fica muito difícil dar destaque para apenas algumas canções num disco como este... Há momentos bem cadenciados como "Trail Of The Dead" e "Blood For Paradise", que funcionarão muito bem ao vivo, enquanto a faixa-título, "Shadows Of The Mutilated" e "Into The Temple Of Humiliation" mantém a mais pura tradição do Death Metal brutal.
Com pouco mais 35 minutos, possui peso em dose mais do que suficiente para manter a fidelidade dos headbangers mais conservadores e melodias agradáveis para atrair novos admiradores. E tudo isso sem perder a integridade. "The God That Never Was" é mais um belo legado na discografia do Dismember, que está saindo em terras verde-amarelas e é praticamente indispensável aos amantes de Heavy Metal.
Formação:
Matti Karki – voz
Martin Persson – guitarra e baixo
David Blomqvist – guitarra e baixo
Fred Estby – bateria
Dismember - The God That Never Was
(2006 – Regain Records / Hellion Records – nacional)
01. The God That Never Was
02. Shadows Of The Mutilated
03. Time Heals Nothing
04. Autopsy
05. Never Forget, Never Forgive
06. Trail Of The Dead
07. Phantoms (Of The Oath)
08. Into The Temple Of Humiliation
09. Blood For Paradise
10. Feel The Darkness
11. Where No Ghost Is Holy
Homepage: www.dismember.se
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
Quem é o homem carregando o feixe de galhos que está na capa do "Led Zeppelin IV"
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
A banda que esbanja confiança técnica e criativa fora do comum, segundo Regis Tadeu
Nicholas Barker luta contra falência renal e aguarda transplante este ano
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Dave Mustaine não descarta gravar álbuns solo após o fim do Megadeth
Tobias Forge revela estar gravando fora do Ghost
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
A música do Dream Theater que foi diretamente influenciada por Zakk Wylde
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill


5 discos lançados em 1997 que todo fã de heavy metal deveria ouvir ao menos uma vez na vida
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


