Resenha - Clayman (Deluxe Edition) - In Flames
Por Clóvis Eduardo
Postado em 30 de agosto de 2006
Nota: 9 ![]()
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O In Flames hoje está diferente. Mais moderninho e menos autêntico do que em 1999, após justamente ter lançado um dos melhores discos da carreira: Clayman.
Que boa idéia teve a Laser Company de relançar o disco aqui no Brasil em 2006. Após alguns anos sem ver a bolachinha nas prateleiras brazucas sem o adesivo "importado", este discasso está em nossas mãos por um preço bem mais atrativo do que os gringos. O grande erro cometido pela gravadora foi modificar a arte gráfica da capa e contra capa, o que tirou um grande atrativo do presente. E não foi só deste, já que outros álbuns como Colony, Whoracle e até de outras bandas ganharam molduras acinzentadas.
Mas como o disco é para ouvir e não pra ficar só olhando, saltamos já para o CD que contém grandes hits da carreira dos suecos. "Pinball Map" muito utilizada nos shows se junta a várias outras grandes composições da turma de Jesper, Anders, Peter, Bjorn e Daniel. O grande pula-pula "Only For The Week", a melodiosa "Square Nothing" e a rápida faixa título são mais motivos para se admirar o Death Melódico do quinteto de Gotemburgo.
Além dos sucessos que os fãs pedem tanto nos shows, uma outra renca de músicas boas pode ser mencionada. "Satelites And Astronauts", "Swin" e "Suburban Me" fazem jus ao estilo forte da banda. Todas com solos excepcionais e riffs encantadores. Anders Fridén e seu vocal meio gritado, meio gutural estava em perfeita forma. Era esta a fase que a banda deveria ter perseguido e mantido, depois de atingir o estrelato.
Tão bom disco animou o In Flames para que em turnê no Japão, dois anos depois da gravação do disco, gravasse o primeiro registro ao vivo. Não tão bem feito como o lançamento excepcional de 2005, "Used and Abused - In Live We Trust".
Outro motivo que me leva a admirar a banda é justamente ter feito no mesmo ano (segundo o registro da própria banda!), o lançamento dos seus dois melhores discos. Afinal, o "Colony" também nasceu em 1999. Parece que tanta criatividade ao final do milênio deu uma "esvaziada", no poderio criativo de Jesper e sua turma.
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