Resenha - Waves Are Dancing - Holy Blood

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Por Rafael Carnovale
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O sexteto ucraniano Holy Blood iniciou atividades em Kiev no ano de 1999. Com uma pegada bem mais hardcore, participaram de compilações locais, agregando novos membros com o passar do tempo e dando uma guinada em sua sonoridade. Este é o segundo álbum, lançado em 2005, que reflete a maturidade do grupo e a consolidação de um estilo voltado para a temática cristã.

Curiosamente de hardcore a banda não tem mais nada: "To Heaven" é um metal mais extremo, com vocais guturais e um bom uso de teclados, enquanto que "The Spring" pode ser comparado ao Blind Guardian dos tempos atuais. A banda mostra que cada vez mais se aproxima do metal usando com habilidade o contraste de vozes femininas com vocais mais agressivos, como na metal "I Flow Towards The Fate" e na épica "The Last Battle".

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Para quem é chegado ao metal mais melódico, a banda ainda apresenta um ótimo momento na pesada "Fate" e na faixa título. Uma banda de muito futuro, que passou por vária mudanças em sua sonoridade, e que parece cada vez mais definir uma sonoridade toda particular, com muita habilidade. Vale conferir.

Site Oficial: http://www.holyblood.metal-forever.com

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Formação:
Fedor Bazilevich – Vocal
Artyom Stupak – Guitarras
Sergei Magorny – Guitarras
Eugen Cesarev – Baixo
Vera Knyazeva – Teclados/Vocais
Dmitry Titorenko – Bateria

2005 – Bombworks Records (IMPORTADO)




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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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