Resenha - Chemical Wedding Extended Edition - Bruce Dickinson

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Por Ricardo Seelig
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Nota: 10

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Relançamentos e edições especiais costumam encher os olhos de colecionadores e fãs ardorosos, e isso, é claro, está acontecendo com toda a discografia de Bruce Dickinson, que acaba de ser relançada no Brasil pela Sony Music em edições luxuosas e caprichadas.

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Enquanto “Tattooed Millionaire”, “Balls To Picasso”, “Skunkworks” e “Accident Of Birth” ganharam versões duplas repletas de extras (isso sem falar no box triplo “Live”, contendo os dois ao vivo lançados por Bruce em sua carreira solo, “Alive In Studio A” e “Scream For Me Brazil”), “The Chemical Wedding”, o último álbum de Dickinson antes de sua volta triunfal ao Iron Maiden em 99, recebeu um tratamento gráfico igualmente exemplar, apesar de conter apenas três faixas bônus.

Segundo fruto da chamada “volta ao metal” de Bruce, “Chemical Wedding” veio na cola do aclamado “Accident Of Birth”. Novamente contando com o companheiro de Maiden Adrian Smith nas guitarras (e dando uma mão nas composições) e sacramentando o talento de Roy Z como guitarrista, compositor e produtor, manteve o nível lá em cima, com clássicos instantâneos como “The Tower”, “Book Of Thel”, Killing Floor” e a faixa título, além das belas baladas “Gates Of Urizen” e “Jerusalem”. Ao lado do já citado “Accident Of Birth” e do recente “Tyranny Of Souls”, forma a tríade que define a carreira solo de Bruce.

Além das faixas normais do álbum, esta versão estendida ainda traz três bônus: “Return Of The King” e “Confeos”, b-sides do single “Killing Floor”, e “Real Word”, bonus da versão japonesa (e que já havia sido lançada no Brasil, na primeira versão nacional do álbum, pela Paradoxx em 98). A primeira mantém a sonoridade do álbum unida a melodia onipresente em “Accident Of Birth”, enquanto a pesadíssima “Confeos” tem ares de jam entre os músicos, apesar do ótimo resultado final.

Merece destaque também o belo tratamento gráfico dado pela Sony Music para este relançamento. A arte da capa recebeu mudanças sutis, e vem com uma luva protetora. O encarte, que antes continha apenas as letras das músicas, agora, além delas, traz um longo e ótimo texto do jornalista Dave Ling (que desenvolveu textos para cada um dos álbuns relançados).

Estas edições especiais, todas elas, sem exceção, valem o investimento, e com sobra. Além de dar uma geral em praticamente tudo o que Bruce gravou em sua carreira solo (para os completistas recomendo também a edição dupla limitada da coletânea “The Best Of”, repleta de faixas raras, muitas delas não presentes nestas reedições), receberam um tratamento à altura da paixão dos fãs. Isso sem falar da música, que é de ótima qualidade.

Obrigatório.

Faixas:
01. King In Crimson
02. Chemical Wedding
03. The Tower
04. Killing Floor
05. Book Of Thel
06. Gates Of Urizen
07. Jerusalem
08. Trumpets Of Jericho
09. Machine Men
10. The Alchemist

Bonus Tracks
11. Return Of The King
12. Real World
13. Confeos

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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