Resenha - Vengeance In Black - DragonHeart
Por Carlos Eduardo Garrido
Postado em 14 de outubro de 2005
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Depois de dois álbuns bem sucedidos e de shows como banda de abertura para nomes do calibre de Grave Digger e HammerFall, os curitibanos do DragonHeart colocam no mercado "Vengeance In Black", terceiro álbum da banda e segundo da trilogia começada no álbum anterior "Throne Of The Aliance". E esse é o primeiro sem o vocalista e guitarrista Eduardo Marques que deixou a banda após o fim da turnê anterior. Para ocupar seu lugar foi chamado o também vocalista e guitarrista André Mendes, completam a banda Marco Caporasso (guitarra e vocal), Mauricio Taborda (baixo e vocal) e Marcelo Caporasso (bateria).

A banda continua investindo forte no Power Metal Germânico, porém com personalidade própria. O grande diferencial da banda é sem duvida o fato de ter três vocalistas na formação, e cada um com um timbre bastante diferenciado do outro. Vale lembrar também que aqui as músicas tomaram um leve acento mais 'dark' e estão ainda mais pesadas, como fica evidente na faixa-titulo e também em "Secret Cathedral". Os destaques continuam sendo os refrões fortes e marcantes, no melhor estilo 'grito de guerra', que grudam facilmente na cabeça logo nas primeiras vezes que você ouve, escute "Silent Sentinel" e tente não ficar cantarolando o refrão..
A banda como um todo se mantém afiadíssima, com grande trabalho dos guitarristas, tanto nos riffs como nos solos, e também do baterista que destrói tudo e sabe quando deve se utilizar de uma levada mais rápida com os bumbos, como na excelente "The Ancient Oracle", ou quando deve fazer uma linha mais simplificada, como na já citada Hard Rock "Silent Sentinel", que é com certeza uma das melhores composições da banda, extremamente empolgante e energética. Também merece nota a bela balada "Heart Of A Hero", que conta com Olaf Senkbeil, da banda de Hard Rock alemã Dreamtide, nos vocais, que encaixou sua voz com perfeição na música, tornado-a um dos pontos altos do CD. Ainda merecem ser destacadas "Queops Escape" que ao vivo deve se tornar um dos pontos altos do show, "Eyes Of Hell" e "Spreading Fire".
Para aqueles que achavam que o futuro da banda era incerto com a saída do antigo vocalista, podem ficar tranqüilos, pois André Mendes da conta do recado com sobras. Sua voz não é tão melódica quanto a de seu antecessor, porém é bastante poderosa e a mais alta das três. Sem contar que agora os vocais estão melhores divididos, não tendo um vocal principal e sim três.
Resumindo, com esse álbum a banda se mantém no topo do Power Metal nacional e cada vez mais se prepara para alçar vôos cada vez mais altos e logo ganhar o mundo. Pois o som deles é extremamente profissional e honesto, praticado com garra e amor o metal.
Review publicado originalmente no site www.fromheretoeternity.zip.net
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Derrick Green abre o jogo sobre motivos para o fim do Sepultura
O músico que Hetfield achava ser "muito" para o Metallica; "ele jamais se juntaria a nós"
Mick Jagger projeta shows e novas músicas para os Rolling Stones
Masters of Voices estreia turnê sul-americana; veja setlist
Mötley Crüe toca música do primeiro disco pela primeira vez em 42 anos
Dave Mustaine afirma que Megadeth fará anúncio "de outro mundo"
5 músicas de heavy metal que todo tiozão brasileiro se lembra com carinho
Por que o Deep Purple se recusa a fazer uma turnê de despedida
Ex-guitarrista confessa que tinha dificuldades em compor para o Deicide
Como uma gravadora de sertanejo bancou o disco mais progressivo do Brasil
O melhor disco do Iron Maiden, de acordo com o Ultimate Classic Rock
A banda clássica que Pete Townshend criticou por fazer sempre o mesmo álbum
Accept tem instrumentos e equipamentos roubados em Barcelona
A música em que Jimi Hendrix diz preferir a música às mulheres
A condição que Bruce Dickinson impôs para voltar ao Iron Maiden: "Ok, vamos fazer isso"
Agressividade: 21 caras que fizeram a história do rock pesado
A opinião de Humberto Gessinger sobre o Mamonas Assassinas

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



