Resenha - Evil Is Forever - Astral Doors
Por Thiago Sarkis
Postado em 30 de abril de 2005
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Bendita seja essa Suécia. Quantos milhões de filhos e grupos pródigos já surgiram e outros ainda estão porvir deste país? A cada lançamento uma nova descoberta. Desta feita, encontrei a melhor opção para fãs de Deep Purple, Black Sabbath, Rainbow, no som maduro e firme do Astral Doors.

Na verdade, a banda estreou com "Of The Son And The Father" em 2003, e ouvi muitos comentários positivos de todos os cantos do mundo, inclusive aqui no Brasil, já que o CD saiu aqui. Todavia, não dei muita onda e cometi o absurdo de só conferir este baita conjunto agora, com "Evil Is Forever".
As guitarras de Joachim Nordlund e Martin Haglund, além de peso fenomenal, encontraram a voz perfeita para si. Nils Patrik Johansson é um desses monstros que surgem a cada dez anos - apesar da última década ter revelado Jorn Lande e Russell Allen. Mas enfim, falamos de um dos melhores e mais completos vocalistas da atualidade, remetendo-nos especialmente a Dio e Tony Martin.
A sonoridade, apesar de moderna e bem produzida, é bem enraizada nas referências mencionadas, e evoca um clima de final dos anos setenta, início dos oitenta. Realmente fantástico e fidedigno às influências maravilhosas que guiam as composições.
Completando esse time, Jocke Roberg aparece sempre belissimamente com seu hammond, mas poderia ganhar mais espaço. Mika Itäranta segura bem a barra dos intensos riffs no baixo. Por último, Johan Lindstedt surge como outra revelação de alta valia. Bateria estrondosa, levadas pulsantes, e muita precisão.
Em alguns momentos, sinto que gostaria de ver o Astral Doors seguir outra linha além dessa tríade com Purple, Sabbath e Rainbow. Talvez pela mixagem perfeita de Peter Tägtgren (Hypocrisy, Dimmu Borgir, Children Of Bodom) e a produção de Vince Sorg (Statetrooper, Grave Digger) que valoriza o peso e vigor dos instrumentos. Porém, pouco depois, a eficácia da agrupação nos lembrando de Ritchie Blackmore, Dio, Geezer Butler, já me faz mudar de idéia e pedir por mais material similar ao apresentado neste segundo disco.
Definitivamente há talento demais por aqui, e um futuro que mal consigo imaginar. Difícil pará-los se seguirem nesse ritmo.
Site Oficial – http://www.astraldoors.com
Nils Patrik Johansson (Vocais)
Joachim Nordlund (Guitarras)
Martin Haglund (Guitarras)
Jocke Roberg (Órgão Hammond)
Mika Itäranta (Baixo)
Johan Lindstedt (Bateria)
Material cedido por:
Hellion Records – http://www.hellionrecords.com
Rua 24 de Maio, 62 – Lojas 280 / 282 / 308 – Centro.
São Paulo – SP – BRASIL
CEP: 01041-900
Tel: (11) 5083-2727 / 5083-9797 / 5539-7415
Fax: (11) 5549-0083
Email: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Derrick Green abre o jogo sobre motivos para o fim do Sepultura
O músico que Hetfield achava ser "muito" para o Metallica; "ele jamais se juntaria a nós"
Mick Jagger projeta shows e novas músicas para os Rolling Stones
Masters of Voices estreia turnê sul-americana; veja setlist
Mötley Crüe toca música do primeiro disco pela primeira vez em 42 anos
Dave Mustaine afirma que Megadeth fará anúncio "de outro mundo"
5 músicas de heavy metal que todo tiozão brasileiro se lembra com carinho
Por que o Deep Purple se recusa a fazer uma turnê de despedida
Ex-guitarrista confessa que tinha dificuldades em compor para o Deicide
Como uma gravadora de sertanejo bancou o disco mais progressivo do Brasil
O melhor disco do Iron Maiden, de acordo com o Ultimate Classic Rock
A banda clássica que Pete Townshend criticou por fazer sempre o mesmo álbum
Accept tem instrumentos e equipamentos roubados em Barcelona
A música em que Jimi Hendrix diz preferir a música às mulheres
Charlie Brown Jr.: em vídeo, o último dia de Alexandre Magno Abrão, o Chorão
O motivo pelo qual James Hetfield nunca fez carreira solo
A lenda do blues que fez com que Bono se "sentisse como uma menina" no palco com o U2

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



