Resenha - At the BBC - Paradise Lost

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Por Sílvio Costa
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O Paradise Lost é uma banda que jamais se estagnou. Criadores de um sub-estilo muito popular na década de 90, os ingleses são os maiores responsáveis pelo ressurgimento de elementos góticos no metal moderno. As mudanças ao longo dos anos transformaram não apenas o som da banda, como também fizeram aparecer e desaparecer fãs, numa carreira que mais parece uma montanha-russa.

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Este novo CD é um apanhado de gravações realizadas para a BBC entre 1992 e 1995 e mostra a banda em seu período, talvez, mais criativo. As primeiras quatro faixas foram retiradas do Friday Rock Show gravado em novembro de 1992. Naquela época, a banda estava lançando seu primeiro "grande" disco: "Shades of God" e, deste modo, o set é formado apenas por músicas daquele álbum, com destaque para uma rara apresentação de "The World Made Flesh". Na seqüência, uma gravação de 1995 - quando saía o hoje clássico "Draconian Times", que, inclusive, trouxe a banda ao Brasil, para uma meteórica apresentação no finado Phillips Monsters of Rock. Deste bloco, a magnífica e rara "Sweetness" e a versão matadora de "Once Solemn" se destacam, sendo que esta última acabou prejudicada pela péssima qualidade da gravação desta parte do disco. Finalizando, o maior dos três blocos, com nove faixas e uma gravação primorosa, uma apresentação ao vivo, transmitida em dezembro de 1993 traz os maiores clássicos do álbum "Icon". O início da apresentação, inclusive, repete a abertura do disco, emendando "Embers Fire" e "Remembrance". Além disso, a apresentação premia os fãs com faixas antigas, como "Eternal" e "Gothic" - clássicos absolutos da banda.

Uma coisa engraçada neste disco é que o site oficial da banda não faz menção a ele. Estaríamos diante de um bootleg disfarçado de oficial? O fato é que a qualidade da gravação - exceto a da segunda parte do disco - é excelente. Além disso, é uma oportunidade preciosa de conferir um dos maiores ícones do gothic metal ao vivo, destilando clássicos e pequenas pérolas do seu repertório.




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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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