Resenha - Backlash - Bad English

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Por Ricardo
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Supergrupo é igual produção cinematográfica "arrasa quarteirão"; se o primeiro filme foi sucesso, tudo leva a uma continuação, que pode superar ou não o original. Bem, no caso do Bad English, podemos dizer que a "continuação", lançada em 1991, entitulada Backlash está longe de superar a original, porém, possue excelentes momentos que valem a pena conferir. O elenco aqui é o mesmo do anterior, o enredo é interessante, mas as vezes chega a ser meio cansativo, mas a proposta continua intacta. Porém, a produção dessa vez ficou à cargo de Ron Nevison, e não Richie Zito, como no anterior.

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Parece que a banda utilizou-se de todas as excelentes idéias que tinha para o primeiro álbum, deixando as sobras para usar no segundo. O disco já explode com a ótima "So This Is Eden", excelente som de abertura, mas nada impressionante, apesar do ótimo solo de Schon. A segunda, "Straight To Your Heart" vai pelo mesmo caminho, porém com uma batida diferente, sendo também, melhor trabalhada. A seguir uma intro de violão espanholada prepara terreno para a balada "Time Stood Still", seguida por outra balada (duas seguidas, haja...), "The Time Is Alone with You", porém, essa é mais melada que a anterior.

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Após deixar as fãs loucas (e Os fãns também! ;p) com tamanha melação, a banda resolve dar uma animada nas coisas; "Dancing Off the Edge of the World" chega arrasando de novo, com ótimos riffs e vocais e um excelente refrão e solo matador, até que enfim, é como se o disco começasse à partir dessa faixa. Agora sim, estamos falando de Bad English! Seguindo a mesma pulsação com mais calma, chega a boa "Rebel Say A Prayer", e a banda comanda a festa novamente! A seguir temos uma lenta, mas muito boa, "Savage Blue", com uma excelente pegada e melodia.

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A seguir temos a excelente "Pray For Rain", que parece uma versão demo de "Forget Me Not" do álbum anterior, mas com uma melodia contagiante e solo arrasador. Depois temos "Make Love Last", outra boa balada da banda, e para fechar, a excelente "Life At The Top", com um refrão grudento e contagiante e uma batida excelente, dando o tom final no projeto curto, mas bem sucedido desses excelentes músicos.

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Resumindo, Backlash, como eu disse no início, não chega a superar o debut da banda, mas não deixa de ser um excelente segundo disco, que encerra com chave de ouro o Bad English. O que viria depois seria um Greatest Hits e dois bootlegs, com um deles (The Restless Ones) sendo uma performance ao vivo da banda e o segundo (The Lost Tapes), compilação do que ficou de fora desses dois trabalhos. Pra quem é fã do hard rock oitentista, não pode deixar de conferir mais esse ótimo disco.

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